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América do Sul

Argentina e Bolívia querem comercializar mais gás

23/07/2004 | 00h00
O presidente boliviano, Carlos Mesa, assinou na quinta-feira (22/07) uma carta de intenção com o presidente argentino, Nestor Kirchner, para ampliar o volume do contrato de exportação de gás naturais a seis meses em 2,5 milhões de m³ de gás por dia. O volume passaria a 6,5 milhões de m³ de gás natural, informou uma fonte do Ministério de Hidrocarbonetos da Bolívia.
A alta entrará em vigor quase imediatamente, revelou o porta-voz, acrescentando que os detalhes do aumento, incluindo o fato de que se fará todo de uma vez ou em forma gradual, estariam disponíveis desde a tarde da quinta-feira.
Os mandatários, que se reuniram nesta quinta-feira no estado boliviado de Tarija, também poderiam ter acordado ampliar os términos do contrato por mais de seis meses, informou o porta-voz.
O governo da Bolívia havia concordado em exportar para a Argentina 4 milhões de m³ de gás por seis meses e, assim, ajudar a aliviar a crise de gás que enfrentava o vizinho. Os exportadores são as unidades bolivianas da espanhola Repsol YPF e da brasileira Petrobras.
A idéia é ampliar os termos do contrato em conformidade com os resultados do referendo nacional de gás que se realizou no domingo passado.
No longo prazo, a Argentina pretende importar até 30 milhões de m³ de gás da Bolívia através do proposto projeto Gasoduto do Nordeste Argentino (GNA). O porta-voz afirmou que os planos de mais longo prazo devem aguardar a construção do novo gasoduto Nordeste.
Os presidentes excluiram este gasoduto da carta de intenção devido à crítica na Bolívia sobre os planos do governo de ampliar o contrato de exportação existentes antes de que o Congresso hava aprovado o novo projeto de lei de hidrocarbonetos.
Os eleitores bolivianos detram luz verde a Mesa para modificar a lei e o mandatário pretende apresentar o projeto de lei ao Parlamento na segunda semana de agosto, depois do qual o Congresso terá três nmeses para votar o tema.
Segundo o funcionário, resulta um pouco contraproducente começar a firmar contrato para o futuro sem ter o novo marco legal instaurado e agregou que os Presidente acabam de acordar esta alta e que deixaram para um pouco mais adiante o outro contrato, quando possam trabalhar com mais calma.
O projeto do GNA usaría parte de um gasoduto existente entre ambos os países que se usou para exportar gás desde a Bolívia até a Argentina na década de 80. A construção do gasoduto de 1.500 km e US$ 1 bilhão deveria ser concluido em 2006.
O governo argentino contratou a construtora local Techint para executar as obras do gasoduto e a companhia investirá US$ 750 milhões, 75% do capital, enquanto o executivo financiará o resto.
O gasoduto se conectará com o duto argentino existente, Loma de la Lata, que são operados pelas transportadoras locais TGN e TGS. No futuro, os gasodutos poderiam chegar ao Paraguai e ao Brasil.

Fonte: BNamericas
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