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Cooperação

Argentina busca ajuda russa em petróleo

09/12/2008 | 02h33

Em visita à Rússia, a presidente da Argentina, Cristina Kirchner, deve assinar um acordo de cooperação com a companhia Lukoil para fornecimento de petróleo e gás e participação em projetos de exploração em alto mar. Segundo a imprensa argentina, o acordo prevê a instalação de um escritório da gigante russa em Buenos Aires e pretende colocar a Argentina junto ao Brasil e à

 

Venezuela entre os principais parceiros comerciais e estratégicos da Rússia na América Latina. Segunda maior do mundo depois da Exxon em reservas comprovadas de petróleo e gás, a Lukoil anunciou há duas semanas na Europa uma oferta para aquisição de parte das ações da espanhola Repsol, que controla a principal petroleira argentina, a Repsol YPF. A petroleira russa propôs comprar 20% do capital da Repsol que hoje pertencem à construtora Sacyr Vallehermoso e mais 9,9% em mãos do banco La Caixa. Essas empresas enfrentam sérias dificuldades na Espanha devido à crise do mercado imobiliário. A Sacyr Vallehermoso tem dívida de ? 18,5 bilhões.

 


O governo espanhol, porém, considera a Repsol estratégica demais e vetou a operação. O governo argentino ainda não se posicionou, mas há dois anos deu aval à venda de 15% das ações da Repsol YPF a um sócio argentino, o empresário Enrique Ezquenazi, tido como aliado do casal Néstor (ex-presidente) e Cristina Kirchner.

 

A presidente argentina deveria ter viajado para a Rússia no sábado, mas a morte do patriarca Alexis II, da Igreja Ortodoxa russa, levou a um adiamento de dois dias da viagem por causa do luto no país. Cristina chega hoje a Moscou e amanhã deve se encontrar com o presidente russo Dmitri Medvedev para a assinatura dos acordos de associação estratégica. Em seguida tem um encontro com o primeiro-ministro, Vladimir Putin.

 

A missão argentina inclui os ministros das Relações Exteriores, Jorge Taiana, e do Planejamento, Julio De Vido, além de um grupo de 100 empresários. Devem ser assinados ainda acordos para aquisição de turbinas russas para as centrais elétricas Belgrano II (na província de Buenos Aires) e San Martín (em Santa Fé). Também estão previstos acordos nas áreas de construção de ferrovias, projetos de eletrificação e transporte naval.



Fonte: Valor Econômico
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