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Petrobras

Área de gás vai ser prioridade de Gabrielli

21/07/2005 | 00h00

Novo presidente da Petrobras tentará acordo com El Paso

Ao assumir amanhã a presidência da maior petroleira da América do Sul, em cerimônia na Refinaria Duque de Caxias (Reduc) que contará com a presença do presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva, o economista José Sérgio Gabrielli dará início a uma gestão cuja prioridade será reverter definitivamente os resultados negativos que a Área de Gás e Energia tem acumulado nos últimos anos.
Embora a quase totalidade de seus pares na diretoria da Petrobras identifique nesse baiano de 55 anos um perfil conciliador e avesso a mudanças, executivos da própria estatal afirmam que ele deverá transferir para a presidência da companhia a prioridade que conferiu a esses problemas no tempo em que ocupou a cadeira de diretor financeiro. Os riscos de desabastecimento por conta da crise na Bolívia contribuíram para aumentar a percepção de urgência do governo quanto aos impasses na área de gás e energia.
- Partiu de Gabrielli a decisão de comprar as usinas termelétricas a gás natural da Enron (Eletrobolt) e TermoCeará (MPX, do empresário Eike Batista) - afirma um executivo de área estratégica da Petrobras, que pediu para não ser identificado.
Para esse executivo, a tendência é que, entre outras coisas, seja dada uma solução para o impasse com a texana El Paso Energy envolvendo a usina termelétrica Macaé Merchant, no Norte Fluminense.
A tendência, segundo fontes do setor, é de que a empresa aceite a proposta feita no ano passado pela El Paso para o fim do impasse. Ela prevê a troca da usina, que passaria para controle integral da estatal, por blocos incluídos no portfólio da área de Exploração e Produção da Petrobras. A proposta esbarrou na negativa principalmente dos diretores de Exploração e Produção, Guilherme Estrella, e da própria Área de Gás e Energia, Ildo Sauer. Dessa vez, porém, ela deverá ser aceita, até por conta da primeira derrota da companhia no tribunal internacional de arbitragem, que determinou o pagamento de R$ 300 milhões à texana, até o julgamento definitivo.
Rumores de mercado dão conta, ainda, de que uma das providências para solucionar de vez esses problemas seria a destituição de Ildo Sauer. Embora tenha consolidado uma relação muito próxima com Gabrielli, nos últimos dois anos, ele teria sua cabeça pedida pelo novo ministro de Minas e Energia, Silas Rondeau, que teria herdado da antecessora, Dilma Rousseff, o aval para a substituição de Sauer por um técnico com mais experiência no setor e na empresa.



Fonte: Jornal do Brasil
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