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Empresas

ArcelorMittal disputa ativo da Thyssen

10/01/2013 | 14h56

 

As seis empresas interessadas nos ativos da ThyssenKrupp Steel Americas têm prazo até o fim de janeiro para entregar as propostas vinculantes ao grupo alemão ThyssenKrupp, informou ao "Valor" uma fonte que acompanha as negociações. As siderúrgicas americanas Nuccor e US Steel, a japonesa Nippon Steel, a anglo-indiana ArcelorMittal e a brasileira CSN estão na corrida pela laminadora dos EUA, enquanto a ítalo-argentina Ternium, braço siderúrgico do grupo Techint, e a CSN concorrem pela compra da Companhia Siderúrgica do Atlântico (CSA), situada em Santa Cruz, município do Rio. A japonesa JFE desistiu do negócio, segundo informou uma fonte.
As potenciais compradoras já fizeram a "due diligence" (auditoria) nos dois ativos, disse a fonte. O próximo e último passo da negociação, depois da entrega das propostas vinculantes e final de compra, está previsto para o fim do primeiro trimestre. Março é a data final, o que é considerado bastante viável, uma vez que a etapa mais demorada do processo (a "due diligence") já ocorreu.
Na quarta-feira (9), a ArcelorMittal, maior siderúrgica do mundo, anunciou que fez uma oferta pela laminadora de aço ThyssenKrupp no Alabama, EUA, à venda desde maio de 2012. A informação foi revelada por Aditya Mittal, diretor-financeiro da companhia.
A empresa informou que a possível aquisição não afetará a meta de reduzir a dívida líquida para US$ 17 bilhões até meados de 2013. Segundo Mittal, a unidade pode receber placas de aço das operações do grupo dos Estados Unidos, Brasil e México.
A laminadora do Alabama é a que tem despertado maior interesse da parte dos investidores. É cobiçada por cinco siderúrgicas. A única que disputa os dois ativos é a CSN. Entretanto, por ser também mineradora, é vista pelo mercado com pouca chance para levar a CSA, pois iria concorrer com a Vale, sócia minoritária dos alemães na empresa. A Vale tem um contrato de fornecimento de minério para a CSA até 2014 e um dos itens do acordo de acionista prevê que a ThyssenKrupp não pode vendê-la para mineradoras.
O mercado aponta a Ternium com maior potencial para levar a CSA. Se comprar o controle da usina, a Techint, com problemas com o governo argentino, pretende mudar a sede do grupo para o Brasil, informou a fonte.
No balanço do ano fiscal de 2012, revelado em dezembro, a ThyssenKrupp registrou prejuízo líquido de € 4,67 bilhões, ante € 1,29 bilhão em 2011. A empresa fez uma baixa contábil de € 3,6 bilhões dos seus ativos das Américas. A decisão de se desfazer dos dois ativos se deve aos seguidos prejuízos desde sua inauguração, em 2010. No ano passado, o prejuízo operacional somou € 4,74 bilhões nos dois ativos, apesar do crescimento das vendas, de € 1,1 bilhão para € 2,01 bilhões.
A ArcelorMittal informou ainda que vai reativar um alto-forno na unidade de Dunkerque, Norte da França, diante do ligeiro aumento na demanda por aço verificado entre clientes da companhia. Segundo a empresa, a retomada da operação do alto-forno reflete um movimento técnico de reposição de estoques na cadeia.
Ao mesmo tempo, a ArcelorMittal está em processo de fechamento definitivo de quatro altos-fornos na Europa - dois na Bélgica e dois na França -, em razão do excesso de capacidade instalada no continente. Segundo a companhia, sediada em Luxemburgo, o alto-forno a ser reativado a partir da semana do dia 17 tem capacidade para 1 milhão de toneladas por ano e ficou fechado desde agosto.
"A demanda por aço na Europa segue em níveis bastante inferiores aos do pré-crise", disse Henri-Pierre Orsoni, executivo-chefe da ArcelorMittal Atlantique e Lorraine. "Contudo, notamos uma ligeira recuperação técnica no começo do ano". Com a reativação, terá três altos-fornos operacionais em Dunkerque, com capacidade de produção combinada de 7 milhões de toneladas ao ano.
A ArcelorMittal pretende fazer ofertas de ações ordinárias e de notas conversíveis em ações totalizando captação de US$ 3,5 bilhões. Os papéis serão oferecidos nos Estados Unidos, sob as regras do órgão regulador do mercado local, a SEC, e globalmente, com algumas restrições. A companhia disse que os recursos serão usados para reduzir o endividamento.

As seis empresas interessadas nos ativos da ThyssenKrupp Steel Americas têm prazo até o fim de janeiro para entregar as propostas vinculantes ao grupo alemão ThyssenKrupp, informou ao "Valor" uma fonte que acompanha as negociações. As siderúrgicas americanas Nuccor e US Steel, a japonesa Nippon Steel, a anglo-indiana ArcelorMittal e a brasileira CSN estão na corrida pela laminadora dos EUA, enquanto a ítalo-argentina Ternium, braço siderúrgico do grupo Techint, e a CSN concorrem pela compra da Companhia Siderúrgica do Atlântico (CSA), situada em Santa Cruz, município do Rio. A japonesa JFE desistiu do negócio, segundo informou uma fonte.


As potenciais compradoras já fizeram a "due diligence" (auditoria) nos dois ativos, disse a fonte. O próximo e último passo da negociação, depois da entrega das propostas vinculantes e final de compra, está previsto para o fim do primeiro trimestre. Março é a data final, o que é considerado bastante viável, uma vez que a etapa mais demorada do processo (a "due diligence") já ocorreu.


Na quarta-feira (9), a ArcelorMittal, maior siderúrgica do mundo, anunciou que fez uma oferta pela laminadora de aço ThyssenKrupp no Alabama, EUA, à venda desde maio de 2012. A informação foi revelada por Aditya Mittal, diretor-financeiro da companhia.


A empresa informou que a possível aquisição não afetará a meta de reduzir a dívida líquida para US$ 17 bilhões até meados de 2013. Segundo Mittal, a unidade pode receber placas de aço das operações do grupo dos Estados Unidos, Brasil e México.


A laminadora do Alabama é a que tem despertado maior interesse da parte dos investidores. É cobiçada por cinco siderúrgicas. A única que disputa os dois ativos é a CSN. Entretanto, por ser também mineradora, é vista pelo mercado com pouca chance para levar a CSA, pois iria concorrer com a Vale, sócia minoritária dos alemães na empresa. A Vale tem um contrato de fornecimento de minério para a CSA até 2014 e um dos itens do acordo de acionista prevê que a ThyssenKrupp não pode vendê-la para mineradoras.


O mercado aponta a Ternium com maior potencial para levar a CSA. Se comprar o controle da usina, a Techint, com problemas com o governo argentino, pretende mudar a sede do grupo para o Brasil, informou a fonte.


No balanço do ano fiscal de 2012, revelado em dezembro, a ThyssenKrupp registrou prejuízo líquido de € 4,67 bilhões, ante € 1,29 bilhão em 2011. A empresa fez uma baixa contábil de € 3,6 bilhões dos seus ativos das Américas. A decisão de se desfazer dos dois ativos se deve aos seguidos prejuízos desde sua inauguração, em 2010. No ano passado, o prejuízo operacional somou € 4,74 bilhões nos dois ativos, apesar do crescimento das vendas, de € 1,1 bilhão para € 2,01 bilhões.


A ArcelorMittal informou ainda que vai reativar um alto-forno na unidade de Dunkerque, Norte da França, diante do ligeiro aumento na demanda por aço verificado entre clientes da companhia. Segundo a empresa, a retomada da operação do alto-forno reflete um movimento técnico de reposição de estoques na cadeia.


Ao mesmo tempo, a ArcelorMittal está em processo de fechamento definitivo de quatro altos-fornos na Europa - dois na Bélgica e dois na França -, em razão do excesso de capacidade instalada no continente. Segundo a companhia, sediada em Luxemburgo, o alto-forno a ser reativado a partir da semana do dia 17 tem capacidade para 1 milhão de toneladas por ano e ficou fechado desde agosto.


"A demanda por aço na Europa segue em níveis bastante inferiores aos do pré-crise", disse Henri-Pierre Orsoni, executivo-chefe da ArcelorMittal Atlantique e Lorraine. "Contudo, notamos uma ligeira recuperação técnica no começo do ano". Com a reativação, terá três altos-fornos operacionais em Dunkerque, com capacidade de produção combinada de 7 milhões de toneladas ao ano.


A ArcelorMittal pretende fazer ofertas de ações ordinárias e de notas conversíveis em ações totalizando captação de US$ 3,5 bilhões. Os papéis serão oferecidos nos Estados Unidos, sob as regras do órgão regulador do mercado local, a SEC, e globalmente, com algumas restrições. A companhia disse que os recursos serão usados para reduzir o endividamento.

 



Fonte: Valor Econômico
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