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Empresas

ArcelorMittal aprova investimento no país

07/06/2013 | 12h29

 

O grupo ArcelorMittal, líder mundial na produção siderúrgica, tirou da gaveta parte do investimento projetado seis anos atrás para sua fábrica de aço longo situada em João Monlevade (MG). O objetivo era duplicar a capacidade de produção da usina, para 2,4 milhões de toneladas anuais. de forma a atender o então crescente mercado doméstico. Mas a crise global de 2008 e o desaquecimento do setor no segundo semestre de 2011 forçaram duas paralisações da obra, depois de investimentos de US$ 700 milhões, 45% do total orçado.
Há poucos dias, em reunião em Londres, o comitê executivo da ArcelorMittal aprovou uma versão mais modesta do empreendimento, em linha com a demanda atual de aço no Brasil, que está abaixo das expectativas dos fabricantes locais de aços longos.
O aporte aprovado, que soma R$ 352 milhões (US$ 166 milhões), foi anunciado ontem (6) e contempla três unidades siderúrgicas do grupo - duas em Minas Gerais (Monlevade e Juiz de Fora) e uma no Espírito Santo, em Cariacica.
Em Monlevade, que fica a 120 km de Belo Horizonte, será instalado um novo laminador de fio-máquina, previsto no projeto original. Esse produto é usado para fazer arames, pregos, grampos e outros itens e a capacidade de laminação do equipamento será de 1 milhão de toneladas por ano.
Para abastecer essa unidade de laminação, o investimento inclui o aumento da produção de aço bruto (tarugos) das siderúrgicas da empresa em Juiz de Fora e Cariacica, em 200 mil toneladas cada uma, decorrente de uma otimização nas instalações de aciaria. A usina mineira hoje faz 1 milhão de toneladas anuais e a capixaba, 400 mil toneladas. A produção excedente de tarugos será a fonte de suprimento de Monlevade, pelo menos até o fim de 2016.
"Não há como instalar apenas metade de um laminador", afirmou Jefferson de Paula, CEO de Aços Longos da ArcelorMittal nas Américas. Segundo o executivo, o projeto aprovado segue a demanda atual do mercado nos próximos três a quatro anos.
O projeto original, desenhado pela subsidiária ArcelorMittal Brasil, previa duplicar também toda a produção de aço de Monlevade, para 2,4 milhões de toneladas, e não somente o laminador. O investimento completo era de US$ 1,5 bilhão.
O executivo informou que o grupo analisou as condições da economia brasileira, prevendo aumento de 2,5% para o PIB neste ano e 4% em 2014 e 2015. A expectativa para a demanda de aço longo é de 3,5% e 4% a 4,5% no mesmo período.
De acordo com o executivo, responsável por todas aoperações de aços longos nas Américas - do Canadá à Argentina -, a avaliação do grupo para decidir-se pela expansão é que o país terá ainda muitas obras de infraestrutura, como portos, rodovias e aeroportos, obras para os eventos da Copa do Mundo e da Olimpíada de 2016 e na construção imobiliária.
A instalação do equipamento, segundo De Paula, demandará um ano e meio e as obras vão iniciar imediatamente. A empresa já tem a licença de instalação. O laminador vai entrar em operação no início de 2015, com previsão de produzir 400 mil toneladas no ano e o mesmo volume em 2016.
Até o fim de 2014, informou o executivo, a ArceloMittal vai avaliar se implementa a segunda fase da duplicação de Monlevade, que vai requerer um alto-forno, uma aciaria e um sistema de sinterização de minério de ferro.
Está prevista, para Monlevade, a geração de 200 novos empregos.

O grupo ArcelorMittal, líder mundial na produção siderúrgica, tirou da gaveta parte do investimento projetado seis anos atrás para sua fábrica de aço longo situada em João Monlevade (MG). O objetivo era duplicar a capacidade de produção da usina, para 2,4 milhões de toneladas anuais, de forma a atender o então crescente mercado doméstico. Mas a crise global de 2008 e o desaquecimento do setor no segundo semestre de 2011 forçaram duas paralisações da obra, depois de investimentos de US$ 700 milhões, 45% do total orçado.


Há poucos dias, em reunião em Londres, o comitê executivo da ArcelorMittal aprovou uma versão mais modesta do empreendimento, em linha com a demanda atual de aço no Brasil, que está abaixo das expectativas dos fabricantes locais de aços longos.


O aporte aprovado, que soma R$ 352 milhões (US$ 166 milhões), foi anunciado ontem (6) e contempla três unidades siderúrgicas do grupo - duas em Minas Gerais (Monlevade e Juiz de Fora) e uma no Espírito Santo, em Cariacica.


Em Monlevade, que fica a 120 km de Belo Horizonte, será instalado um novo laminador de fio-máquina, previsto no projeto original. Esse produto é usado para fazer arames, pregos, grampos e outros itens e a capacidade de laminação do equipamento será de 1 milhão de toneladas por ano.


Para abastecer essa unidade de laminação, o investimento inclui o aumento da produção de aço bruto (tarugos) das siderúrgicas da empresa em Juiz de Fora e Cariacica, em 200 mil toneladas cada uma, decorrente de uma otimização nas instalações de aciaria. A usina mineira hoje faz 1 milhão de toneladas anuais e a capixaba, 400 mil toneladas. A produção excedente de tarugos será a fonte de suprimento de Monlevade, pelo menos até o fim de 2016.


"Não há como instalar apenas metade de um laminador", afirmou Jefferson de Paula, CEO de Aços Longos da ArcelorMittal nas Américas. Segundo o executivo, o projeto aprovado segue a demanda atual do mercado nos próximos três a quatro anos.


O projeto original, desenhado pela subsidiária ArcelorMittal Brasil, previa duplicar também toda a produção de aço de Monlevade, para 2,4 milhões de toneladas, e não somente o laminador. O investimento completo era de US$ 1,5 bilhão.


O executivo informou que o grupo analisou as condições da economia brasileira, prevendo aumento de 2,5% para o PIB neste ano e 4% em 2014 e 2015. A expectativa para a demanda de aço longo é de 3,5% e 4% a 4,5% no mesmo período.


De acordo com o executivo, responsável por todas aoperações de aços longos nas Américas - do Canadá à Argentina -, a avaliação do grupo para decidir-se pela expansão é que o país terá ainda muitas obras de infraestrutura, como portos, rodovias e aeroportos, obras para os eventos da Copa do Mundo e da Olimpíada de 2016 e na construção imobiliária.


A instalação do equipamento, segundo De Paula, demandará um ano e meio e as obras vão iniciar imediatamente. A empresa já tem a licença de instalação. O laminador vai entrar em operação no início de 2015, com previsão de produzir 400 mil toneladas no ano e o mesmo volume em 2016.


Até o fim de 2014, informou o executivo, a ArceloMittal vai avaliar se implementa a segunda fase da duplicação de Monlevade, que vai requerer um alto-forno, uma aciaria e um sistema de sinterização de minério de ferro.


Está prevista, para Monlevade, a geração de 200 novos empregos.

 



Fonte: Valor Econômico
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