acesso a redes sociais
  • tumblr.
  • twitter
  • Youtube
  • Linkedin
  • flickr
conecte-se a TN
  • ver todas
  • versão online
  • Rss
central de anunciante
  • anunciar no site
  • anunciar na revista
Petroquímica

Aquisições também podem ocorrer no Sudeste

20/03/2007 | 00h00

As petroquímicas do Sudeste, Unipar e Suzano, estão mais próximas de formar parcerias com a Petrobras no Complexo Petroquímico do Estado do Rio de Janeiro (Comperj) do que outras petroquímicas nacionais.

A avaliação é do presidente da Petroquisa, José Lima de Andrade Neto, que afirma que há a necessidade de fortalecimento das indústrias petroquímicas locais para possibilitar investimentos no Comperj.

O executivo deu as explicações durante a entrevista coletiva concedida pela Petrobras nesta terça-feira (20/03) a respeito da aquisição do Grupo Ipiranga pelas empresas Petrobras, Grupo Ultra e Braskem.

Segundo o diretor de abastecimento da Petrobras, Paulo Roberto Costa, o negócio tem o objetivo de fortalecer o setor petroquímico nacional tendo a Petrobras como indutora deste processo.

A exemplo da recente aquisição no Sul, o presidente da Petroquisa considera as mesmas necessidades no Sudeste. Segundo ele, existem negociações com Unipar e Suzano e os obstáculos são relativos a valores de ativos e questões de governança.

O executivo comentou que não existe apenas o Comperj no Sudeste e citou a RioPol e a petroquímcia de Paulínea, mas admite que o Complexo do Rio é o grande investimento.

O volume de investimentos do Comperj, cerca de US$ 8,5 bilhões, supera a capacidade das petroquímicas nacionais o que dificulta o desenho da participação societária no empreendimento.



Fonte:
Seu Nome:

Seu Email:

Nome do amigo:

Email do amigo:

Comentário:


Enviar