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Bacia de Santos

Aprovada declarações de comercialidade da Karoon na Bacia de Santos pela ANP

23/05/2018 | 16h33
Aprovada declarações de comercialidade da Karoon na Bacia de Santos pela ANP
Divulgação Divulgação

A Agência Nacional do Petróleo, Gás e Biocombustíveis (ANP) aprovou a declaração de comercialidade das descobertas de Kangaroo e Echidna, feitas pela Karoon, na Bacia de Santos. Localizados no bloco S-M-1037, os primeiros campos da australiana no mundo se chamam Goiá, Goiá Sul, Neon e Neon Sul.

Com área total de 71,5 km², o ativo foi adquirido na 9ª Rodada de Licitações da ANP, em 2013, junto aos blocos S-M-1101, S-M-1102, S-M-1165, S-M-1166 e S-M-1537, cujos relatórios finais de avaliação foram entregues em março à agência. Essa iniciativa estratégica adicionou uma prospectividade de óleo significativa em uma bacia com sistemas de petróleo comprovados, geologia favorável, uma variedade de tipos de play e custos de exploração flexíveis.

A Karoon assinou, em setembro de 2012, contratos de farm-out de 35% de participação para a Pacific Exploration and Production Corp. (“Pacific”), anteriormente denominada Pacific Rubiales Energy Corp. Após a Pacific registrar um pedido de proteção contra insolvência em abril de 2016, a Karoon adquiriu, em setembro de 2016, 35% de participação da Pacific nos Blocos através do pagamento inicial à vista de US$ 15,5 milhões, com recurso contingente de US$ 5 milhões a ser pago na produção mínima de 1 milhão de barris de óleo equivalente.

O Bloco S-M-1537 foi arrematado na 14ª Rodada de Licitações da ANP, em 2017, após longa avaliação dos blocos disponíveis ao sul da Bacia de Santos. O bloco foi arrematado com baixo comprometimento de capital, que envolverá a aquisição sísmica e os estudos geológicos. O Bloco S-M-1537 oferece uma oportunidade interessante em termos de exploração de baixo risco, com potencial para produzir centenas de milhões de barris de petróleo. A frente principal tem como objetivo arenitos turbidíticos do período Oligoceno, com porosidade e permeabilidade muito altas, conforme observado nos reservatórios produtores do Oligoceno pertencentes aos campos de petróleo de Baúna e Piracaba. A análise sísmica apresenta uma excelente anomalia de amplitude versus afastamento (AVO), o que pode ser indício da presença de petróleo aprisionado.



Fonte: Redação/Assessoria
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