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Abreu e Lima

Após visita de Dilma, PDVSA diz ter garantias para continuar na Refinaria

05/12/2011 | 09h59
Após visita de Dilma, PDVSA diz ter garantias para continuar na Refinaria
Após visita de Dilma, PDVSA diz ter garantias para continuar ... Após visita de Dilma, PDVSA diz ter garantias para continuar ...
O ministro de Petróleo e Energia da Venezuela, Rafael Ramírez, disse no sábado (3) que a estatal venezuelana já dispõe da garantia financeira para pagar a sua participação, com a Petrobras, no projeto da Refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco.

O anúncio foi feito dois dias depois de a presidenta Dilma Rousseff voltar a declarar, junto a seu colega venezuelano Hugo Chávez, a decisão de dar continuidade à parceria entre as estatais. No encontro, no entanto, ela reconheceu que o projeto era um "desafio".

"Estamos colocando o dinheiro como garantia e não há garantia mais sólida que o dinheiro vivo", disse Ramírez, durante encontro com países do PetroCaribe, em Caracas. "Agora resta ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) fazer os trâmites para entrar na refinaria", acrescentou. A outra parte da garantia, de US$ 1,5 bilhão, virá de um fundo da Venezuela com a China (equivalente a R$ 2,6 bilhões).

O BNDES vai financiar R$ 9 bilhões do projeto à PDVSA, que deve ter 40% de participação na Abreu e Lima. A Petrobras ficará com 60% da refinaria, projetada para processar 230 mil barris de petróleo diariamente. O orçamento total para a sua construção é R$ 26 bilhões. Procurada pela BBC Brasil, a Petrobras não quis comentar o anúncio da PDVSA.

O último avanço nas negociações entre as estatais foi anunciado na quarta-feira (30). Após uma reunião entre os diretores das empresas, a estatal brasileira deu um novo prazo de 60 dias à PDVSA para cumprir com as exigências contratuais, o que permitirá a participação da petroleira venezuelana na refinaria.

O projeto acordado entre o então presidente Luiz Inácio Lula da Silva e Hugo Chávez se arrasta há sete anos. Enquanto a PDVSA negociava as garantias para receber um crédito do BNDES para financiamento de 40% da refinaria, o projeto começou a ser construído unilateralmente pela Petrobras, sob ameaça de deixar os venezuelanos de fora.

Com a conclusão do projeto, o Brasil deverá importar 100 mil barris de petróleo diários da Venezuela, para serem processados pela refinaria em Pernambuco."Com ela nós vamos também contribuir para o que deve ser uma relação entre dois países em que os dois lados ganham", declarou Dilma Rousseff em Caracas.


Fonte: Agência Brasil
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