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Petróleo

Após vazamento de óleo, Chevron suspende perfuração

11/11/2011 | 10h27
A Chevron Brasil suspendeu temporariamente as atividades de perfuração no campo de Frade, na bacia de Campos, onde um incidente causou o vazamento de cerca de 60 barris de petróleo até o começo da noite. Os trabalhos de produção no campo não foram afetados.
 
A companhia afirmou que "está tomando medidas" para combater a mancha de óleo, localizada nas proximidades do campo, que é operado pela empresa e está situado a 370 quilômetros a Nordeste da costa do Rio de Janeiro, em lâmina d'água de cerca de 1.200 metros.

"A Chevron Brasil, através de dados fornecidos por um veículo submarino operado à distância, identificou que a fonte da mancha é o óleo proveniente de uma falha na superíficie do fundo do mar, localizada próxima ao Campo Frade. As investigações sobre as causas da mancha continuam", diz a nota divulgada pela companhia.

Segundo a pretroleira, uma inspeção mostrou que as atividades de produção não estão relacionados com a mancha, e que, por isso, a produção do campo foi mantida.

A Chevron Brasil informou os órgãos competentes e está trabalhando com parceiros da indústria e usando navios para controlar a mancha e minimizar qualquer impacto ambiental, acrescentou a empresa.


ANP

A Agência Nacional do Petróleo, Gás e Biocombustíveis (ANP) confirmou nesta quinta que iniciou investigação sobre o vazamento de óleo em Campos.

A mancha de óleo no mar se encontra no campo de Frade, onde a petroleira norte-americana Chevron mantém o controle da produção, segundo informou a empresa.

De acordo com a ANP, a mancha está a um quilômetro da plataforma que produz petróleo em Frade.

A Chevron, que possui 51,7% do campo de Frade, diz, em nota, que está "ciente de um vazamento de óleo localizado entre os campos de Frade e Roncador, na bacia de Campos".

O campo de Roncador, um dos maiores produtores de petróleo do país, é operado pela Petrobras.

"A Chevron está investigando a origem do vazamento. Todas as providências estão sendo tomadas", informou a companhia em nota.

Embarcações de apoio foram deslocadas ao local para identificar a origem do vazamento e recolher o óleo do mar, informou a reguladora em comunicado.

A ANP informa ainda que tomou conhecimento do acidente na manhã desta quinta-feira.

A Petrobras possui participação acionária de 30% no campo de Frade, enquanto o consórcio Frade Japão Petróleo detém os demais 18,3%.


Golfo do México

O grave acidente no Golfo do México com uma plataforma da BP elevou a atenção de empresas e do órgão regulador no Brasil para a possibilidade de acidentes no país, onde a maioria da produção de petróleo ocorre em mar.

A ANP tem aumentado as exigências em relação a segurança das instalações, o que inclusive provocou paradas não programadas de unidades de produção da Petrobras.


Fonte: G1
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