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Preço do barril

Após informação da API mostrar recuo nos estoques dos EUA, petróleo opera em alta

08/06/2016 | 13h44

Os contratos de petróleo operam em alta nesta quarta-feira, após o relatório do American Petroleum Institute (API, uma associação de refinarias) mostrar uma queda nos estoques dos Estados Unidos na última semana. Além disso, dados da China indicaram uma demanda forte pela commodity.

Às 8h (de Brasília), o petróleo WTI para julho subia 1,33%, a US$ 51,03 o barril, na New York Mercantile Exchange (Nymex), e o Brent para agosto avançava 1,46%, a US$ 52,19 o barril, na ICE, em Londres.

A API informou, após o fechamento de ontem, que os estoques de petróleo bruto dos EUA tiveram queda de 3,6 milhões de barris na semana passada. Agora, há expectativa pela divulgação do relatório oficial de estoques dos EUA na última semana, do Departamento de Energia (DoE, na sigla em inglês). Analistas esperam recuo de 3,1 milhões de barris nos estoques de petróleo.

Na terça-feira, o contrato do WTI para julho fechou acima de US$ 50 o barril. O petróleo quase dobrou de valor desde atingir mínima em mais de uma década, no início deste ano. A reação ocorreu graças a problemas na produção e ao recuo na produção dos EUA, o que reduziu o desequilíbrio entre oferta e demanda nesse mercado.

"Os contínuos problemas na oferta na Nigéria, bem como uma queda nos estoques de petróleo dos EUA e o aumento das importações chinesas de petróleo" apoiavam os preços nesta quarta-feira, disse Michael Poulsen, analista de petróleo da Global Risk Management.

Dados divulgados pela China mostraram que as importações de petróleo do país continuaram fortes em maio. O país é o segundo maior consumidor da commodity e as notícias sobre sua economia muitas vezes mexem com o mercado. As importações chinesas nos primeiros cinco meses deste ano subiram 16%, na comparação com igual período do ano passado, segundo o Commerzbank.

Na Nigéria, o grupo militante Vingadores do Delta do Níger ameaçou interromper a operação de petróleo no país. Vários ataques contra oleodutos e outras instalações do setor reduziram a produção diária nigeriana a cerca de 1 milhão de barris por dia.

A produção nos EUA também continua a cair, com corte nos investimentos das companhias diante dos preços mais baixos. Ontem, dados oficiais mostraram que a produção doméstica norte-americana em maio ficou em 8,7 milhões de barris por dia, cerca e 1 milhão de barris por dia a menos que no pico de abril do ano passado.

Conforme os preços do petróleo sobem para além de US$ 50 o barril, porém, analistas dizem que parte dos produtores de xisto dos EUA pode elevar a produção. O número de poços e plataformas em atividade subiu nove na semana passada nos EUA, a primeira alta em 11 semanas, disse na sexta-feira a Baker Hughes, companhia que presta serviços no setor.

 



Fonte: Dow Jones Newswires - 08/06/2016
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