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Comércio Exterior

Apex e Onip promovem exportações no setor de petróleo e gás

25/01/2007 | 00h00

A Organização Nacional da Indústria de Petróleo (Onip) e a Agência de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex - Brasil) assinaram acordo para intensificar as exportações do setor petróleo e gás por meio de um conjunto de ações a serem desenvolvidas durante os anos de 2007 e 2008.

O projeto proposto pela ONIP é uma ampliação do acordo anterior, através do qual a Apex financiou 50% dos custos da participação de empresas brasileiras do setor na Offshore Tecnology Conference (OTC) em 2006. Com a nova parceria, além de financiar metade dos custos das empresas para a participação em cinco feiras internacionais, em dois anos, a Apex também finaciará 50% dos custos para participação em missões empresarias internacionais.

Segundo explica o superintendente da Onip, Bruno Musso, o objetivo é elevar as exportações em cerca de 30% em 2007 e chegar a uma elevação de 35% em 2008, sobre a soma dos valores exportados em 2005. "Até hoje cerca de 60 empresas já aderiram ao projeto e a soma das exportações chegou a R$ 90 milhões. No entanto continuam chegando pedidos de adesão", informou o executivo, que pondera que para se chegar a um valor base de exportações do setor ainda é necessária mais adesões e informações.

No âmbito dos primeiro dois anos do Projeto Setorial Integrado (PSI), estão incluídas a participação nas duas próximas OTC, e nas feiras Offshore Europa, na Argentina Oil & Gas e na ONS, na Noruega. Também estão previstas missões empresáriais para os Estados Unidos, Angola e China, além de outras aos países do chamado mercado regional, a América do Sul. As missões regionais serão para Venezuela, Colômbia, Argentina, Peru, Bolívia e Equador.

Musso, que também é coordenador do projeto de exportação do Prominp, informa que as missões ao mercado regional têm apoio do Programa desenvolvido em parceria com a Petrobras. A estratégia, nesse caso, é iniciar a entrada no mercado regional por meio das exportações para as subsidiárias da companhia brasileira nesses países.

O executivo destaca, no entanto, que a inciativa não significa disputar o mercado com os países onde a petroleira brasileira está instalada, mas com outros fornecedores internacionais. "De toda a demanda da Petrobras em cada um desses países, uma parte é adquirida no próprio país, outra é oriunda de compras nacionais, no Brasil, e há uma grande parcela de produtos e serviços de importados de terceiros. É nessa fatia que queremos entrar. Se a Petrobras vai importar, que importe do Brasil", propõe.

Além do financiamento, o projeto Onip-Apex também oferece serviços de capacitação para exportação para as empresas,auxílio para a realização de planos de negócios e ainda análises de mercado em várias regiões.

A característica fundamental do projeto, segundo Musso, é a visão de longo prazo, objetivando a continuidade de ações para a exportação, inclusive com a elaboração de novos projetos após 2008.

"O objetivo é desenvolver os fornecedores para que possam atender ao mercado internacional, para quando a Petrobras entrar no ciclo de redução dos investimentos as empresas tenham as alternativas internacionais, mantenham seus níveis de produção e de atualização tecnológica", analisa.

Ao final do período, a Onip terá a incumbência de avaliar os resultados e propor novos projetos para o período de 2008 e 2010. Além das duas insituições que assinaram o acordo, também participam da iniciativa como parceiros institucionais a Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (Firjan), a Federação as Indústrias do Estado da Bahia (Fieb), Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), o Instituto Brasileiro do Petróleo (IBP) e Serviço de Apoio à Pequena e Micro empresa (Sebrae).

A divulgação oficial do projeto será feita no dia 6 de feveiro, no Rio de Janeiro e seguidamente, a Onip pretende fazer eventos de divulgação em outros estados brasileiros. A adesão ao projeto pode ocorrer em qualquer momento e as empresas farão contribuição financeira para as ações que efetivamente participem, sempre com o desconto de 50% advindo do financiamento da Apex.

Além do projeto de exportação, a Onip também está desenvolvendo um novo modelo de rodada de negócios. É o chamado Encontro de Negócios (Eneg), direcionado a fortalecer a cadeia de produtiva no setor de óleo e gás, mas sem ter um foco nas empresas âncora. "O objetivo é ampliar o relacionamento entre as empresas intermediárias da cadeia, que são compradoras e vendedoras de produtos dentro desse setor", explica.

O primeiro Eneg está previsto para o dia 21 de março. O superintentende da Onip adverte, no entanto, que as rodadas de negócios com empresas âncora continuará ocorrendo, nos mesmos moldes que vêm sendo realizadas desde 2004. No próprio Eneg, se houver interesse de alguma delas participar também será possível, embora o foco seja no relacionamento entre fornecedores.



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