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Campo de Frade

ANP pede para STJ reconsiderar proibição de operação da Transocean

17/09/2012 | 23h13

 

A Agência Nacional de Petróleo, Biocombustíveis e Gás Natural (ANP), ingressou nesta segunda-feira (17) na Corte Especial do Superior Tribunal de Justiça (STJ) com pedido de reconsideração de decisão anterior da Justiça que proibe a atuação da empresa Transocean no país. A petrolífera opera sondas para várias empresas, incluindo a Chevron, responsável pelo vazamento de petróleo na Bacia de Campos, em novembro de 2011.
“A ANP ingressou hoje pedindo a reconsideração da Corte Especial do STJ, com a revisão do último parecer, que diz que a Chevron e a Transocean deveriam interromper as operações no Brasil nos próximos 30 dias”, disse a diretora-geral da ANP, Magda Chambriard.
Ela explicou que a medida visa a garantir a continuidade na produção nacional de petróleo, pois a empresa é responsável pela operação de dez sondas, incluindo oito para a Petrobras, uma para a British Petroleum e uma para a Vanko, das cerca de 78 disponíveis no país.
“Nós, na ANP, não conseguimos identificar falhas na operação da empresa. Entendemos que esta interrupção causa prejuízo à estabilidade regulatória e prejuízo econômico. Na medida em que se deixa de produzir, também se deixa de exportar petróleo. E isso causa impacto na balança comercial brasileira”, declarou.

A Agência Nacional de Petróleo, Biocombustíveis e Gás Natural (ANP), ingressou nesta segunda-feira (17) na Corte Especial do Superior Tribunal de Justiça (STJ) com pedido de reconsideração de decisão anterior da Justiça que proibe a atuação da empresa Transocean no país. A petrolífera opera sondas para várias empresas, incluindo a Chevron, responsável pelo vazamento de petróleo na Bacia de Campos, em novembro de 2011.


“A ANP ingressou hoje pedindo a reconsideração da Corte Especial do STJ, com a revisão do último parecer, que diz que a Chevron e a Transocean deveriam interromper as operações no Brasil nos próximos 30 dias”, disse a diretora-geral da ANP, Magda Chambriard.


Ela explicou que a medida visa a garantir a continuidade na produção nacional de petróleo, pois a empresa é responsável pela operação de dez sondas, incluindo oito para a Petrobras, uma para a British Petroleum e uma para a Vanko, das cerca de 78 disponíveis no país.


“Nós, na ANP, não conseguimos identificar falhas na operação da empresa. Entendemos que esta interrupção causa prejuízo à estabilidade regulatória e prejuízo econômico. Na medida em que se deixa de produzir, também se deixa de exportar petróleo. E isso causa impacto na balança comercial brasileira”, declarou.

 



Fonte: Agência Brasil
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