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11ª Rodada

ANP estima volume de 30 bilhões de barris de petróleo na Margem Equatorial

18/03/2013 | 17h43

 

A diretora-geral da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), Magda Chambriard, afirmou nesta segunda-feira (18) que a agência reguladora trabalha com uma estimativa de 30 bilhões de 
barris de petróleo para a margem Equatorial - Foz do Amazonas, Pará-Maranhão, Barreirinhas, Ceará e Potiguar -, o que pode gerar volume recuperável (quantidade de óleo ou gás que se espera produzir de uma acumulação de petróleo) de 7,5 bilhões de barris de petróleo.
"Temos uma oportunidade exploratória relevante no país, e também estamos consolidando o regime de concessão como o regime brasileiro", disse Chambriard, ao participar da da abertura do Seminário Técnico-
Ambiental para a 11ª Rodada da ANP.
Chambriard também destacou que o volume nas áreas do Espírito Santo são de cinco bilhões de barris de petróleo e 1,7 bilhão nas bacias maduras - Sergipe-Alagoas, Recôncavo e a porção terrestre da bacia do Espírito Santo -, mas chamou atenção para a necessidade de novos estudos nas áreas. "Temos a maior parte das bacias com sísmica 2D, o que indica a necessidade de uma seguinte [sísmica] em 3D. Com os dados que temos disponíveis conseguimos sugerir algumas oportunidades exploratórias", afirmou.
A diretora-geral da agência reguladora lembrou que a retomada dos leilões abre possibilidades para empresas de todos os portes, nacionais e internacionais. "Estamos chamando empresas [internacionais] para, 
também, operar no Brasil. Elas, inclusive, podem ajudar o país a desenvolver áreas de nova fronteira".
O evento realizado hoje teve cerca de 96 empresas inscritas, e apresentou os aspectos ambientais descritos nos pareceres elaborados pelos órgãos ambientais, além de informações técnicas das áreas que serão ofertadas. Dentre elas, existem as chamadas novas fronteiras, que apresentam desafios e dificuldades específicas.
Para o coordenador Geral de Petróleo e Gás do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), Cristiano Vilardo, que apresentou as diretrizes ambientais marítimas, essas 
questões não afastam empreendedores.
"O que a indústria mais precisa é que a questão ambiental seja encarada com informações confiáveis e antecipadas. O quanto antes os riscos puderem ser entendidos - se terá que haver uma campanha 
oceanográfica, coleta de dados para entender sobre correntes [marítimas] - melhor, porque isso entra nos cálculos dos empresários", disse enfatizando ser essa a intenção de se fazer uma análise prévia das 
rodadas. "O que dá mais custo para o empresário é a insegurança", afirmou Vilardo.
"Uma coisa que está se consolidando no Brasil é a obrigação da modelagem de derrame (ferramenta que auxilia na previsão do deslocamento de manchas de óleo após um vazamento). Para que possamos autorizar uma atividade exploratória temos que saber o que estamos afetando. Todos os países do mundo já fazem isso", disse Chambriard sobre os desafios para áreas marítimas.
Até agora, 36 empresas manifestaram interesse em participar da 11ª Rodada, que acontece nos dias 14 e 15 de maio, mas este número deve crescer até a data limite para a aquisição do pacote de dados, que termina no dia 26 de março.
Pré-sal
Sobre as áreas reservadas para o pré-sal, Magda Chambriard afirmou que serão 149 mil km2, o que representa "2% da nossa extensão sedimentar".
De acordo com a diretora-geral, a presidente da república, Dilma Rousseff, terá que decidir sobre regiões que somam 40 bilhões de barris de petróleo 'in situ' - com uma estimativa de 10 bilhões de barris de petróleo recuperáveis -, em áreas adjacentes a descobertas ou campos e novas áreas da Bacia de Santos.

A diretora-geral da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), Magda Chambriard, afirmou nesta segunda-feira (18) que a agência reguladora trabalha com um potencial de 30 bilhões de barris de petróleo para a margem Equatorial - Foz do Amazonas, Pará-Maranhão, Barreirinhas, Ceará e Potiguar -, com um volume recuperável (quantidade de óleo ou gás que se espera produzir de uma acumulação de petróleo, com as tecnologias atuais) de 7,5 bilhões de barris de petróleo.


"Temos uma oportunidade exploratória relevante no país, e também estamos consolidando o regime de concessão como o regime brasileiro", disse Chambriard, ao participar da da abertura do Seminário Técnico-Ambiental para a 11ª Rodada da ANP.


Chambriard também destacou que a expectativa para as áreas marítimas do Espírito Santo é de um volume de cinco bilhões de barris de petróleo e para as bacias maduras - Sergipe-Alagoas, Recôncavo e a porção terrestre da bacia do Espírito Santo -, 1,7 bilhão. Mas ela observou que são necessários estudos mais detalhados nessas áreas. "Temos a maior parte das bacias com sísmica 2D, o que indica a necessidade de uma seguinte [sísmica] em 3D. Com os dados que temos disponíveis conseguimos sugerir algumas oportunidades exploratórias", afirmou.


A diretora-geral da agência reguladora lembrou que a retomada dos leilões abre possibilidades para empresas de todos os portes, nacionais e internacionais. "Estamos chamando empresas [internacionais] para, também, operar no Brasil. Elas, inclusive, podem ajudar o país a desenvolver áreas de nova fronteira".


O evento realizado hoje teve cerca de 96 empresas inscritas, e apresentou os aspectos ambientais descritos nos pareceres elaborados pelos órgãos ambientais, além de informações técnicas das áreas que serão ofertadas. Dentre elas, existem as chamadas novas fronteiras, que apresentam desafios e dificuldades específicas.


Para o coordenador Geral de Petróleo e Gás do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), Cristiano Vilardo, que apresentou as diretrizes ambientais marítimas, essas 
questões não afastam empreendedores.


"O que a indústria mais precisa é que a questão ambiental seja encarada com informações confiáveis e antecipadas. O quanto antes os riscos puderem ser entendidos - se terá que haver uma campanha oceanográfica, coleta de dados para entender sobre correntes [marítimas] - melhor, porque isso entra nos cálculos dos empresários", disse enfatizando ser essa a intenção de se fazer uma análise prévia das rodadas. "O que dá mais custo para o empresário é a insegurança", afirmou Vilardo.


"Uma coisa que está se consolidando no Brasil é a obrigação da modelagem de derrame (ferramenta que auxilia na previsão do deslocamento de manchas de óleo após um vazamento). Para que possamos autorizar uma atividade exploratória temos que saber o que estamos afetando. Todos os países do mundo já fazem isso", disse Chambriard sobre os desafios para áreas marítimas.


Até agora, 36 empresas manifestaram interesse em participar da 11ª Rodada, que acontece nos dias 14 e 15 de maio, mas este número deve crescer até a data limite para a aquisição do pacote de dados, que termina no dia 26 de março.



Pré-sal


Sobre as áreas reservadas para o pré-sal, Magda Chambriard afirmou que serão 149 mil km2, o que representa "2% da nossa extensão sedimentar".


De acordo com a diretora-geral, a presidente da república, Dilma Rousseff, terá que decidir sobre regiões que somam 40 bilhões de barris de petróleo 'in situ' - com uma estimativa de 10 bilhões de barris de petróleo recuperáveis -, em áreas adjacentes a descobertas ou campos e novas áreas da Bacia de Santos.



Fonte: Redação
Autor: Karolyna Gomes
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