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Reconhecimento

ANP entrega primeiro prêmio de inovação tecnológica

06/08/2013 | 11h46

 

A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) entregou hoje, durante a assinatura dos contratos da 11ª rodada de licitações de exploração de petróleo e gás, o Prêmio ANP de Inovação Tecnológica. 
O primeiro prêmio foi para o Sistema de Separação Submarina (SSAO), que está em Marlim, o segundo ficou com o Monitoramento Sísmico Permanente (MSP) em águas profundas no campo de Jubarte. A outra tecnologia escolhida pela ANP foi o RWI, de injeção submarina de água no mar. 
Os dois últimos prêmio foram dados para o desenvolvimento da bóia de sustentação de riser (BSR), instalada no campo de Lula, e a bomba multifásica submarina helico-axial (BMSHA), operando no campo de Barracuda, na Bacia de Campos. 
Segundo a ANP, o prêmio para as principais inovações tecnológicas desenvolvidas para o setor de óleo e gás será dado todos os anos, no dia 6 de agosto. 

A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) entregou hoje (6), durante a assinatura dos contratos da 11ª rodada de licitações de exploração de petróleo e gás, o Prêmio ANP de Inovação Tecnológica. Ao todo foram escolhidos cinco projetos inovadores.


O primeiro lugar ficou com o Sistema de Separação Submarina (SSAO), que está no campo de Marlim, na Bacia de Campos. Este é o primeiro modelo do mundo para águas profundas, projeto pioneiro da Petrobras instalado na P-37. Desenvolvido em conjunto com a FMC Technologies, o empreendimento teve aporte de cerca de R$ 85 mil em recursos oriundos da Cláusula de P&D. Atualmente o SSAO está em fase inicial de operação.

 

O segundo colocado foi o Monitoramento Sísmico Permanente (MSP) em águas profundas no campo de Jubarte. Primeiro sistema de monitoramento permanente de reservatório de petróleo em águas profundas da Petrobras, a tecnologia também inova por fazer parte do primeiro projeto que dedica uma sala à geofísica em uma unidade de produção, no caso a unidade flutuante de produção, armazenamento e transferência FPSO P-57. O projeto foi desenvolvido em conjunto com a Petroleum Geophysycal Service (PGS).

 

A outra tecnologia escolhida pela ANP, que ficou com a terceira colocação, foi o RWI, de injeção submarina de água do mar no reservatório. O projeto foi desenvolvido em conjunto com a empresa Framo Engineering, que subcontratou a FMC Technologies para execução de parte do escopo submarino, com o objetivo de viabilizar a injeção ou o aumento da cota de injeção de água em campos onde as plataformas representem restrições para a instalação dos sistemas convencionais. A tecnologia está sendo utilizada no campo de Albacora.


Os dois últimos prêmios foram dados para o desenvolvimento da Bóia de Sustentação de Riser (BSR), instalada no campo de Lula, e a Bomba Multifásica Submarina Helico-Axial (BMSHA), operando no campo de Barracuda, na Bacia de Campos, respectivamente.

 

O BSR foi desenvolvido juntamente com o Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), Coppe/UFRJ, Subsea7, Bureau Veritas, E-xcellentia, Marinha do Brasil, Unversidade de São Paulo (USP), Sermetal, Consunave e Cassinú - no período de 1996 a 2013. A tecnologia permite separar os movimentosdos risers de produção dos movimentos das plataformas, dando mais segurança ao sistema de elevação do petróleo e facilitando o processo de escoamento em águas profundas.

 

Já a BMSHA está instalada e operando desde 14 de julho de 2012 no campo de Barracuda, interligada ao poço produtor 7-BR-073HPA-RJS. Esta é a bomba multifásica com maior diferencial de pressão do mundo, o que possibilitará um aumento de vazão da produção do campo em cerca de seis mil barris/dia. Atualmente o ganho de produção é de aproximaamente 45% do potencial do poço.

 

Segundo a ANP, o prêmio para as principais inovações tecnológicas desenvolvidas para o setor de óleo e gás será dado todos os anos, no dia 6 de agosto. “Daqui para frente esse será o reconhecimento da Agência a projetos que introduziram inovações tecnológicas importantes e que contaram com o aporte de recursos oriundos da cláusula de Pesquisa & Desenvolvimento", afirmou a diretora-geral da ANP, Magda Chambriard.

 

*O texto foi alterado para acréscimo de informações às 16h06.



Fonte: Revista TN Petróleo, Redação.
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