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Sétima Rodada

ANP encerra leilões com resultado recorde

20/10/2005 | 00h00

A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) arrecadou R$ 1.088.848.604 em bônus de assinatura durante os três dias de leilões da Sétima Rodada de licitações, encerrada nesta quarta-feira (20/10). Desse volume, R$ 3.045.804 foram oferecidos por empresas que arremataram blocos na Fase B, voltada para áreas inativas e acumulações marginais.

O valor total é 63,6% maior do que os R$ 665 milhões somados na Sexta Rodada e o maior de toda a história da ANP. Foram arrematados 251 blocos dos 1.134 oferecidos. A Petrobras levou 96 sozinha ou em consórcio, e pagou R$ 533.058.800 de bônus de assinatura pelas áreas levadas na Sétima Rodada. O segundo maior bônus foi pago pela Devon (R$ 188 milhões), seguida pela BG (R$ 168 milhões) e pela Repsol (R$ 128 milhões). Excluída a participação da estatal brasileira, 96 blocos  ficaram com empresas brasileiras e 114 com estrangeiras.

A estreante argentina Oil M&S arrematou individualmente 43 blocos na baica do São Francisco e na Bacia do Solimões. Na bacia terrestre do São Francisco foram arrematados 39 blocos dos 43 ofertados. As áreas foram concedidas pelas estreantes brasileiras Orteng, Delp, Codemig, Logos, Tarmar, Geobrás e a argentina Oil M&S. A bacia não era incluída desde a quarta rodada (2002), quando foi oferecido apenas um bloco, que não recebeu ofertas. A média de conteúdo local foi de 74% na fase de exploração e 81% na fase de desenvolvimento.

O volume arrecadado nos leilões de áreas inativas ficou 14.170% acima do total de bônus mínimos estipulados pela ANP. Foram oferecidas 17 áreas e arrematadas 16. Foram habilitadas 89 empresas, sendo que 17 (todas estreantes) tiveram lances vencedores. A Geobrás, de Minas Gerais, o consórcio formado pela também mineira Orteng e a carioca Silver Marlin arremataram também blocos exploratórios. Além dessas, também levaram áreas a Egesa Engenharia (MG), Sinalmig (MG), Alcom (RJ), Petrolab (SE), Dalçoquio (SC), Construtora Pioneira (MG), Panergy (BA), C. Foster (RJ), Ral Engenharia e Severo & Vilares (SP).

A maior oferta da fase B foi feita para a área de Morro do Barro, na bacia de Camamu, que recebeu R$ 719.000. O valor ultrapassa em 608% o bônus mínimo proposto para essa área (R$ 1.169).

O diretor geral da ANP, Haroldo Lima, considerou uma vitória o resultado da Sétima Rodada, principalmente da fase B. Logo após o encerramento dos leilões, Lima teve o apoio do ministro de Minas e Energia, Silas Rondeau, para realizar dentro de quatro a seis meses mais uma rodada exclusiva de áreas inativas com acumulações marginais. Os leilões teriam o objetivo de atender as 72 empresas que não tiveram êxito em suas propostas. “Temos que mostrar de alguma maneira a continuidade do processo. Deveríamos fazer um esforço para oferecer essas áreas inativas (que sobraram) e outras”, disse Lima.

Na avaliação de John Forman, diretor da ANP, as concessões terão o prazo de dois a oito anos para gerar resultados. “Se olharmos para trás, vemos investimentos estimados em avaliação, desenvolvimento e início da produção de petróleo, de US$ 5 bilhões anuais. Como estão projetados a 2012, seria algo em torno de US$ 60 bilhões.”


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Foi uma vitória muito grande do ponto de vista da expressão econômico-financeira do evento. Recebi um telefonema do presidente Aldo Rebelo que transmitiu os parabéns à ANP. Atingimos quase o dobro em assintauras da Sexta Rodada e o maior da história da ANP. Na Sexta Rodada arrecadamos R$ 665 milhões.

Os blocos oferecidos foram arrematados 251 blocos. Foram arrematados na Sétima Rodada cerca de 20% dos blocos oferecidos. A média das licitações é de 10% a 12%. Chama a atenção que na vez passada havia uma preocupação dos empresários com as áreas ligadas a águas profundos. Desta vez, houve ofertas em águas profundas, águas rasas, terrestres em bacias maduras e terrestres em novas fronteiras. Houve uma diversificação muito maior. A quantidade de empresas novas é um dado significativo.

A parte B da rodada estava ligada à idéia de sucitarmos um setor empresarial de porte médio e pequeno do setor do petróleo. A parte B como é a revitalização de poços já explorados o que se trata é de revitalizar a área. Apareceram 89 empresas.

Como tem cerca de 70 empresas que participaram nessa fase B que não conseguiram arremtar, temos que mostrar de alguma maneira a continuidade do processo. Deveríamos fazer um esforço para oferecer essas áreas inativas, essas e outras de quatro a seis meses.

John Forman, diretor da ANP

Isso é o início de um processo que dependendo da área pode ir de dois a oito anos para gerar resultados. É importante compreender o grau de importância o número de blocos arrematados na Sétima Rodada. Se olharmos para trás, vemos investimentos estimados em avaliação, desenvolvimento e início da produção de petróleo, um investimento médio de US$ 5 bilhões anuais. Estão projetados a 2012 o que seria algo em torno de US$ 60 bilhões.

Para dar continuidade a esse processo, estamos criando um mercado execepcional. É um setor que subiu de 2,7% do PIB em 97 para 9,5% no ano passado.



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