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Golfo do México 3

ANP desmente que estaria avaliando atuação da BP no Brasil por causa do vazamento no Golfo

17/06/2010 | 10h00

A Agência Nacional do Petróleo (ANP) garantiu ontem (16)  não ter fundamento notícias de que estaria revisando a operação de compras pela BP de ativos da Devon no Brasil. O jornal britânico "The Times" publicou nesta quarta-feira notícia de que essa revisão pela ANP estaria sendo feita depois do vazamento de petróleo no Golfo do México que já dura mais de dois meses.


Na realidade, a ANP está avaliando a operação de compra dos ativos da Devon no Brasil pela BP, como faz em qualquer outra operação de venda de ativos entre as companhias. A BP adquiriu os ativos da Devon em várias partes do mundo, principalmente nos Estados Unidos, Europa, Azerbaijão e Brasil. O negócio foi da ordem de US$ 7 bilhões, dos quais entre 40% a 50%, segundo estimativas do mercado, se referem aos ativos comprados no Brasil.


No caso do Brasil, esse tipo de negócio só pode ser efetivado após sua aprovação pela ANP que é o órgão regulador. No Brasil, a Devon vendeu para a BP sua participação em dez blocos, dos quais a maior parte fica na Bacia de Campos, além de blocos nas bacias de Barreirinhas e Parnaíba (no Maranhão/Piauí). Desses blocos, a Devon tinha 60% de participação no campo de Polvo na Bacia de Campos que está em produção. Atualmente a produção de Polvo está em torno de 16 mil barris diários de petróleo, que deverão ser assumidos pela BP. O outro campo já em fase de desenvolvimento da produção é o de Xerelete, também em Campos.


O vice-presidente de Relações Institucionais da BP no Brasil, Ivan Simões, garantiu também não ter fundamento as notícias de que a ANP estaria revendo seus negócios no Brasil por conta do desastre no Golfo do México.


- Toda operação de compra e venda de ativos no Brasil tem que ser avaliada e aprovada pela ANP. O negócio só é efetivado após essa aprovação. E as empresas têm que enviar para a ANP toda a documentação relativa a cada bloco, e é isso que a agência está avaliando agora - explicou Ivan Simões.



Fonte: Globo Online
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