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Punição

ANP confirma multa de R$ 35 milhões a petroleira Chevron

17/09/2012 | 23h28

 

A Agência Nacional do Petróleo Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) multou em R$ 35,1 milhões a petroleira Chevron, que vazou 3,7 mil barris de óleo em 120 quilômetros da costa brasileira, em 2011. A informação foi dada nesta segunda-feira (17) pela diretora-geral do órgão, Magda Chambriard. O valor corresponde a 24 multas. Mais uma punição, relativa ao abandono de poço, está sendo julgada.
De acordo com Magda, a previsão é que o valor da última multa seja anunciado em cerca de dois meses. Como cada item tinha teto de R$ 2 milhões, a pena total pode chegar ao valor máximo de R$ 37,1 milhões.
“A dosimetria da pena é uma coisa complicada”, reconheceu Magda, que participou da abertura da feira Rio Oil & Gas.
A Chevron recebeu, na semana passada, as notificações da ANP, que só vieram a público nesta segunda, e ainda pode recorrer dos valores administrativamente. “Quando você manda a dosimetria da pena, a lei brasileira diz que a empresa vai olhar e dar suas 'contrarazões'', explicou Magda.
Em relação à retomada da operação pela petroleira, que, assim como a operadora de sondas Transocean, foi impedida pela Justiça de operar no Brasil, Magda informou que “a questão ainda está em análise”. Para não prejudicar a produção de petróleo no Brasil, a ANP deve recorrer da decisão. “As empresas não foram notificadas, ainda operam, mas se forem, o que vale é a Justiça”, destacou.

A Agência Nacional do Petróleo Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) multou em R$ 35,1 milhões a petroleira Chevron, que vazou 3,7 mil barris de óleo em 120 quilômetros da costa brasileira, em 2011. A informação foi dada nesta segunda-feira (17) pela diretora-geral do órgão, Magda Chambriard. O valor corresponde a 24 multas. Mais uma punição, relativa ao abandono de poço, está sendo julgada.


De acordo com Magda, a previsão é que o valor da última multa seja anunciado em cerca de dois meses. Como cada item tinha teto de R$ 2 milhões, a pena total pode chegar ao valor máximo de R$ 37,1 milhões.


“A dosimetria da pena é uma coisa complicada”, reconheceu Magda, que participou da abertura da feira Rio Oil & Gas.


A Chevron recebeu, na semana passada, as notificações da ANP, que só vieram a público nesta segunda, e ainda pode recorrer dos valores administrativamente. “Quando você manda a dosimetria da pena, a lei brasileira diz que a empresa vai olhar e dar suas 'contrarazões'', explicou Magda.


Em relação à retomada da operação pela petroleira, que, assim como a operadora de sondas Transocean, foi impedida pela Justiça de operar no Brasil, Magda informou que “a questão ainda está em análise”. Para não prejudicar a produção de petróleo no Brasil, a ANP deve recorrer da decisão. “As empresas não foram notificadas, ainda operam, mas se forem, o que vale é a Justiça”, destacou.

 



Fonte: Agência Brasil
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