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Rodadinha

ANP assina contratos de campos marginais

05/12/2006 | 00h00

Áreas foram arrematadas em leilão no final de junho

A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) realizou ontem a assinatura dos contratos para a exploração de 11 Campos Marginais - que já apresentaram produção no passado e encontram-se inativos - com potencial para exploração de óleo e gás natural. Os blocos ficam localizados em áreas terrestres nas bacias de Barreirinhas (MA), Potiguar (RN) e Espírito Santo. Os campos foram vendidos em leilão realizado no dia 29 de junho, que arrecadou R$ 10,667 milhões em Bônus de Assinatura (valor pago pelas áreas).
Os investimentos mínimos informados pelas empresas chegam a R$ 24 milhões. Foram oferecidos 14 campos marginais. As áreas que foram alvo de maior disputa são as situadas na Bacia de Barreirinhas, no Maranhão. Os campos de São João, Oeste de Canoas e Espigão receberam os maiores lances do leilão. São João foi arrematado pela Rio Proerg Engenharia por R$ 4,237 milhões, e a promessa de criação de 656 postos de trabalho, o que garante um investimento inicial mínimo de R$ 6,56 milhões. O Campo de Oeste de Canoas foi arrematado por R$ 3,275 milhões, e a previsão de 236 postos de trabalhos criados, enquanto que Espigão foi leiloado por R$ 1,115 milhão, e 266 postos de trabalho previstos.

Sondas - Vice-presidente da Associação das Empresas Produtoras de Petróleo e Gás Natural extraídos de campos Marginais do Brasil (Appom), Claudio Goulart explicou que as empresas que estão apostando nos campos marginais estão alugando sondas de exploração em conjunto com o objetivo de reduzir os custos. Ele estima que a economia com tal medida chegue a 30%. "Estamos definindo os critérios de compartilhamento. Iniciaremos a exploração em fevereiro. Falta definir aonde, o que será feito logo", afirmou.

Não há previsão, segundo a ANP, para a realização de um novo leilão. A agência está negociando com a Petrobras a devolução de cerca de 100 campos maduros para serem ofertados em um leilão futuro. A ANP avalia que existem hoje 146 campos no País com potencial para a produção. Essas áreas representam 0,6% das reservas provadas do Brasil.



Fonte: Jornal do Commercio
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