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Rio Pipeline 2015

ANP apresentou nova regulamentação para sistemas submarinos

25/09/2015 | 10h10
ANP apresentou nova regulamentação para sistemas submarinos
Aker Solutions Aker Solutions

 

O superintendente de Segurança Operacional e Meio Ambiente da ANP, Marcelo Mafra, apresentou, nesta quinta-feira, no último dia da Rio Pipeline 2015, a nova proposta de regulamento técnico da agência para sistemas submarinos. As novas regras estabelecem o Sistema de Gerenciamento de Sistemas Submarinos (SGSS), cuja publicação ocorre na próxima semana; e o Sistema de Gerenciamento de Integridade de Poços (SGIP), que está em fase de consulta pública.
Focados em gestão de segurança aliada à performance, os novos tópicos do regulamento têm a vantagem de serem adaptáveis à sensibilidade do mercado, podendo, por exemplo, absorver mudanças geradas por inovações tecnológicas. Foram adotados requisitos-padrão a serem seguidos por todas as empresas, tais como integridade mínima, critérios para a seleção de contratados, auditoria interna e investigação de acidentes, extensão de vida útil, etc.
“Nosso objetivo é proteger pessoas, propriedades e o meio ambiente.  Com o esforço conjunto das empresas e da ANP conseguiremos reunir informações estratégicas para análises e estudos que vão beneficiar a operação no setor”, avalia Mafra.  
Programação - o último dia da Rio Pipeline teve nove fóruns e um painel sobre os principais projetos de dutos em desenvolvimento no país. Segurança operacional, desafios da indústria e novos modelos de negócio para investimentos na malha dutoviária foram alguns dos temas apresentados. 
O fórum sobre gerenciamento de risco de operações apresentou exemplos de processos e ferramentas que ajudam a prever possíveis ameaças que possam atrapalhar operações. Através de monitoramentos feitos por computador e relatórios diários, é possível planejar ações e respostas mais rápidas e eficientes.
Mediado por Denise Faertes, consultora da Abrisco/UFF, este fórum teve participações do diretor de riscos da Fundação Europeia de Energia, Enrico Zio; do diretor de operações da ONS, Jayme Darriba Macedo; do chefe executivo de resiliência e operações da Prefeitura do Rio de Janeiro, Pedro Junqueira, e do gerente do Centro de Operações da Transpetro, Márcio Manhães. 

O superintendente de Segurança Operacional e Meio Ambiente da ANP, Marcelo Mafra, apresentou, ontem, 24, no último dia da Rio Pipeline 2015, a nova proposta de regulamento técnico da agência para sistemas submarinos. As novas regras estabelecem o Sistema de Gerenciamento de Sistemas Submarinos (SGSS), cuja publicação ocorre na próxima semana; e o Sistema de Gerenciamento de Integridade de Poços (SGIP), que está em fase de consulta pública.

Focados em gestão de segurança aliada à performance, os novos tópicos do regulamento têm a vantagem de serem adaptáveis à sensibilidade do mercado, podendo, por exemplo, absorver mudanças geradas por inovações tecnológicas. Foram adotados requisitos-padrão a serem seguidos por todas as empresas, tais como integridade mínima, critérios para a seleção de contratados, auditoria interna e investigação de acidentes, extensão de vida útil, etc.

“Nosso objetivo é proteger pessoas, propriedades e o meio ambiente.  Com o esforço conjunto das empresas e da ANP conseguiremos reunir informações estratégicas para análises e estudos que vão beneficiar a operação no setor”, avalia Mafra.  

Programação - O último dia da Rio Pipeline teve nove fóruns e um painel sobre os principais projetos de dutos em desenvolvimento no país. Segurança operacional, desafios da indústria e novos modelos de negócio para investimentos na malha dutoviária foram alguns dos temas apresentados. 

O fórum sobre gerenciamento de risco de operações apresentou exemplos de processos e ferramentas que ajudam a prever possíveis ameaças que possam atrapalhar operações. Através de monitoramentos feitos por computador e relatórios diários, é possível planejar ações e respostas mais rápidas e eficientes.

Mediado por Denise Faertes, consultora da Abrisco/UFF, este fórum teve participações do diretor de riscos da Fundação Europeia de Energia, Enrico Zio; do diretor de operações da ONS, Jayme Darriba Macedo; do chefe executivo de resiliência e operações da Prefeitura do Rio de Janeiro, Pedro Junqueira, e do gerente do Centro de Operações da Transpetro, Márcio Manhães. 



Fonte: Redação/Assessoria
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