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Energia Nuclear

Angra 3 fixa contenção de aço ao prédio do reator

29/10/2012 | 10h20

 

Na semana passada, a Eletrobras Eletronuclear iniciou uma importante etapa da construção de Angra 3: a flutuação de parte da contenção metálica. A operação é feita para fixar a estrutura de 450 toneladas na base do edifício do reator, medida fundamental para a continuidade das obras. O processo inteiro de fixação dura quatro semanas.
O edifício do reator da usina terá duas esferas que servirão como barreiras contra impactos externos e para evitar qualquer liberação de radioatividade para o meio ambiente: uma interna, de aço, e outra externa, de concreto. A contenção metálica interna é montada separadamente da base da usina. Finalizada, pesa três mil toneladas e mede 56 metros de diâmetro e 30 milímetros de espessura.
Quando se atinge um terço da montagem da esfera de aço, é feita uma operação para fixá-la na calota de concreto. Uma vez fixada, é iniciada a remoção dos suportes temporários e o espaço entre a semiesfera metálica e a base de concreto é preenchido com água. É nessa ocasião que a estrutura de aço flutua, operação que lhe permite ajustar-se à posição final.
Nesse momento, retiram-se os suportes temporários e a água começa a ser drenada de modo a permitir que a contenção pouse suavemente sobre calços de madeira. Essa etapa acontecerá nos próximos dias. Finalmente, o espaço entre a semiesfera e a base é preenchido com concreto.
O superintendente de Construção da Eletronuclear, José Eduardo Costa Mattos, explica que esse procedimento é de grande importância para as obras de Angra 3, na medida em que permite o início da construção civil dentro da contenção de aço no prédio do reator. No local, ficarão os equipamentos do sistema nuclear de geração de vapor, onde ocorre a fissão nuclear. “Depois que a construção civil estiver pronta, podemos fechar a contenção metálica e, posteriormente, a de concreto. Com isso, terminamos o prédio do reator”, ressalta.
Angra 3 está com cerca de 40% das obras civis concluídas. A expectativa da Eletronuclear é que a unidade - que acrescentará 1.405 megawatts ao sistema elétrico nacional - comece a gerar energia em julho de 2016.

Na semana passada, a Eletrobras Eletronuclear iniciou uma importante etapa da construção de Angra 3: a flutuação de parte da contenção metálica. A operação é feita para fixar a estrutura de 450 toneladas na base do edifício do reator, medida fundamental para a continuidade das obras. O processo inteiro de fixação dura quatro semanas.


O edifício do reator da usina terá duas esferas que servirão como barreiras contra impactos externos e para evitar qualquer liberação de radioatividade para o meio ambiente: uma interna, de aço, e outra externa, de concreto. A contenção metálica interna é montada separadamente da base da usina. Finalizada, pesa três mil toneladas e mede 56 metros de diâmetro e 30 milímetros de espessura.


Quando se atinge um terço da montagem da esfera de aço, é feita uma operação para fixá-la na calota de concreto. Uma vez fixada, é iniciada a remoção dos suportes temporários e o espaço entre a semiesfera metálica e a base de concreto é preenchido com água. É nessa ocasião que a estrutura de aço flutua, operação que lhe permite ajustar-se à posição final.


Nesse momento, retiram-se os suportes temporários e a água começa a ser drenada de modo a permitir que a contenção pouse suavemente sobre calços de madeira. Essa etapa acontecerá nos próximos dias. Finalmente, o espaço entre a semiesfera e a base é preenchido com concreto.


O superintendente de Construção da Eletronuclear, José Eduardo Costa Mattos, explica que esse procedimento é de grande importância para as obras de Angra 3, na medida em que permite o início da construção civil dentro da contenção de aço no prédio do reator. No local, ficarão os equipamentos do sistema nuclear de geração de vapor, onde ocorre a fissão nuclear. “Depois que a construção civil estiver pronta, podemos fechar a contenção metálica e, posteriormente, a de concreto. Com isso, terminamos o prédio do reator”, ressalta.


Angra 3 está com cerca de 40% das obras civis concluídas. A expectativa da Eletronuclear é que a unidade - que acrescentará 1.405 megawatts ao sistema elétrico nacional - comece a gerar energia em julho de 2016.



Fonte: Redação
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