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Energia

Angra 1 volta a gerar energia para o sistema elétrico

25/04/2013 | 10h48

 

Angra 1 volta a gerar energia para o sistema elétrico
   
      
  Angra 1 foi reconectada ao sistema elétrico hoje (24), às 17h28, e está em processo de elevação de potência. Depois de investigar as causas do desligamento, ocorrido na última quinta-feira (18), os profissionais da Eletrobras Eletronuclear verificaram que houve uma falha em um cartão eletrônico do sistema de controle do reator. Essa falha provocou a inserção de parte das barras de controle (responsáveis por controlar a potência da usina), desligando o reator de forma segura. O problema foi resolvido com a troca do cartão defeituoso.
O episódio não representou qualquer risco à segurança de Angra 1, aos trabalhadores da empresa, à população ou ao meio ambiente. “O desligamento da usina foi uma resposta correta do sistema de proteção do reator. Vale ressaltar que, durante todo o tempo, a segurança foi a nossa prioridade. Só retornamos Angra 1 à operação quando o problema foi identificado e solucionado”, ressalta o diretor de Operação e Comercialização da Eletronuclear, Pedro Figueiredo.
 
Sobre a Eletronuclear
Subsidiária da Eletrobras, a Eletronuclear é a responsável por operar e construir as usinas termonucleares do país. Conta com duas unidades em operação na Central Nuclear Almirante Álvaro Alberto (CNAAA), com potência total de 1990 MW. Hoje, a geração nuclear corresponde a 3% da eletricidade produzida no país e o equivalente a um terço do consumo do Estado do Rio de Janeiro. 
Pelo terceiro ano seguido, as usinas nucleares brasileiras bateram recorde de produção. Angra 1 e Angra 2 fecharam o ano de 2012 gerando, juntas, mais de 16 milhões de MWh  – a melhor marca da história da Eletronuclear. Angra 3, que está em construção, será a terceira usina da Central. Quando entrar em operação comercial, em 2016, a unidade (com potência de 1.405 MW) será capaz de gerar mais de 10 milhões de MWh por ano – energia limpa, segura e suficiente para abastecer as cidades de Brasília e Belo Horizonte durante o mesmo período.
 

Angra 1 foi reconectada ao sistema elétrico hoje (24), e está em processo de elevação de potência. Depois de investigar as causas do desligamento, ocorrido na última quinta-feira (18), os profissionais da Eletrobras Eletronuclear verificaram que houve uma falha em um cartão eletrônico do sistema de controle do reator. Essa falha provocou a inserção de parte das barras de controle (responsáveis por controlar a potência da usina), desligando o reator de forma segura. O problema foi resolvido com a troca do cartão defeituoso.


O episódio não representou qualquer risco à segurança de Angra 1, aos trabalhadores da empresa, à população ou ao meio ambiente. “O desligamento da usina foi uma resposta correta do sistema de proteção do reator. Vale ressaltar que, durante todo o tempo, a segurança foi a nossa prioridade. Só retornamos Angra 1 à operação quando o problema foi identificado e solucionado”, ressalta o diretor de Operação e Comercialização da Eletronuclear, Pedro Figueiredo.

 

 

 



Fonte: Revista TN Petróleo, Redação
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