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Aneel: transmissoras de energia recebem alerta

04/09/2013 | 11h32

 

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) vai alertar as transmissoras para que redobrem seus cuidados com a manutenção da vegetação embaixo e no entorno das linhas de transmissão e torres de sustentação. O diretor-geral da Aneel, Romeu Rufino, informou ontem (3), que o órgão regulador enviará um ofício a todas as empresas de transmissão do país.
A fiscalização da Aneel confirmou que o apagão da semana passada, que atingiu toda a Região Nordeste, foi causado por um incêndio embaixo de duas linhas no Piauí e verificou que a mata nas localidades estava em porte inadequado. "Todo ano, fazemos trabalho preventivo de fiscalização, mas estamos pedindo para que as empresas redobrem sua atenção. Essa é uma obrigação normal e contratual das empresas. Mas estamos aumentando o alerta", disse Rufino.
Processo
O diretor lembrou que a Aneel determinou a abertura de um processo administrativo contra a Transmissora Aliança de Energia Elétrica (Taesa) e a Interligação Elétrica Norte Nordeste (Ienne), responsáveis pelas duas linhas onde houve a falha, e ressaltou que a investigação continua para verificar se os sistemas de proteção das linhas atuaram da forma apropriada. Pela lei, cada empresa pode ser multada em até 2% do seu faturamento anual.
"É preciso fazer uma avaliação se esse patamar de punição que está na legislação é o mais adequado. Mas podemos dizer que 2% do faturamento de uma empresa já é bastante coisa. O que importa é cobrar a manutenção e a limpeza dessas áreas", acrescentou.
Ressarcimento
De acordo com Rufino, os consumidores que tiveram equipamentos queimados ou outros prejuízos devido ao apagão deverão procurar as distribuidoras de energia de seus estados para exigir ressarcimento. Segundo ele, as distribuidoras são obrigadas a fazer o pagamento e depois devem procurar as transmissoras para repassar a conta.
Ele informou que, ainda que se identifique um eventual autor do incêndio e o caracterize como criminoso, as empresas de transmissão não se livrarão da responsabilidade pelo apagão. "Se a vegetação estivesse adequadamente aparada, qualquer incêndio não traria consequências dessa natureza. "O diretor-geral da Aneel não quis comentar a emissão de R$ 2,05 bilhões em títulos do Tesouro Nacional em favor da Conta de Desenvolvimento Energético (CDE).

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) vai alertar as transmissoras para que redobrem seus cuidados com a manutenção da vegetação embaixo e no entorno das linhas de transmissão e torres de sustentação. O diretor-geral da Aneel, Romeu Rufino, informou ontem (3), que o órgão regulador enviará um ofício a todas as empresas de transmissão do país.


A fiscalização da Aneel confirmou que o apagão da semana passada, que atingiu toda a Região Nordeste, foi causado por um incêndio embaixo de duas linhas no Piauí e verificou que a mata nas localidades estava em porte inadequado. "Todo ano, fazemos trabalho preventivo de fiscalização, mas estamos pedindo para que as empresas redobrem sua atenção. Essa é uma obrigação normal e contratual das empresas. Mas estamos aumentando o alerta", disse Rufino.



Processo


O diretor lembrou que a Aneel determinou a abertura de um processo administrativo contra a Transmissora Aliança de Energia Elétrica (Taesa) e a Interligação Elétrica Norte Nordeste (Ienne), responsáveis pelas duas linhas onde houve a falha, e ressaltou que a investigação continua para verificar se os sistemas de proteção das linhas atuaram da forma apropriada. Pela lei, cada empresa pode ser multada em até 2% do seu faturamento anual.


"É preciso fazer uma avaliação se esse patamar de punição que está na legislação é o mais adequado. Mas podemos dizer que 2% do faturamento de uma empresa já é bastante coisa. O que importa é cobrar a manutenção e a limpeza dessas áreas", acrescentou.



Ressarcimento


De acordo com Rufino, os consumidores que tiveram equipamentos queimados ou outros prejuízos devido ao apagão deverão procurar as distribuidoras de energia de seus estados para exigir ressarcimento. Segundo ele, as distribuidoras são obrigadas a fazer o pagamento e depois devem procurar as transmissoras para repassar a conta.


Ele informou que, ainda que se identifique um eventual autor do incêndio e o caracterize como criminoso, as empresas de transmissão não se livrarão da responsabilidade pelo apagão. "Se a vegetação estivesse adequadamente aparada, qualquer incêndio não traria consequências dessa natureza. "O diretor-geral da Aneel não quis comentar a emissão de R$ 2,05 bilhões em títulos do Tesouro Nacional em favor da Conta de Desenvolvimento Energético (CDE).

 



Fonte: Diário do Nordeste
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