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Internacional

Anadarko iniciará perfuração de blocos na Nova Zelândia até 2014

20/09/2012 | 11h31

 

A Anadarko Petroleum acredita que os três blocos que possui na Nova Zelândia guardam um potencial de 150 milhões de barris de óleo cru, disse John Gordon, diretor de exploração para a região da Ásia-Pacífico, em entrevista ao “The Wall Street Journal”.
A companhia explora petróleo na Nova Zelândia desde 2008. Possui licença para um bloco na Bacia de Taranaki, na costa oeste da Ilha Norte, além de dois outros ao longo da costa leste da Ilha Sul. A empresa espera começar as perfurações no fim de 2013 e início de 2014.
Gordon não informou se a Anadarko participará do leilão de 23 blocos na Nova Zelândia, que será concluído em 15 de outubro, mas elogiou as iniciativas do país para atrair empresas de exploração de petróleo. "O modo como a Nova Zelândia desenvolve seus programas e estimula investimentos e o desenvolvimento regulatório e de políticas claras é muito, muito útil", disse.
A valorização do dólar da Nova Zelândia já foi um problema, mas não deve afetar o programa de exploração da companhia, que privilegia a visão de longo prazo, afirmou o executivo.

A Anadarko Petroleum acredita que os três blocos que possui na Nova Zelândia guardam um potencial de 150 milhões de barris de óleo cru, disse John Gordon, diretor de exploração para a região da Ásia-Pacífico, em entrevista ao “The Wall Street Journal”.


A companhia explora petróleo na Nova Zelândia desde 2008. Possui licença para um bloco na Bacia de Taranaki, na costa oeste da Ilha Norte, além de dois outros ao longo da costa leste da Ilha Sul. A empresa espera começar as perfurações no fim de 2013 e início de 2014.


Gordon não informou se a Anadarko participará do leilão de 23 blocos na Nova Zelândia, que será concluído em 15 de outubro, mas elogiou as iniciativas do país para atrair empresas de exploração de petróleo. "O modo como a Nova Zelândia desenvolve seus programas e estimula investimentos e o desenvolvimento regulatório e de políticas claras é muito, muito útil", disse.


A valorização do dólar da Nova Zelândia já foi um problema, mas não deve afetar o programa de exploração da companhia, que privilegia a visão de longo prazo, afirmou o executivo.



Fonte: Valor Online
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