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Investimentos

AMEC: sugestões de medidas para alavancar investimentos em energia e mineração no Brasil

03/06/2016 | 16h25

O Ministro de Minas e Energia, Fernando Coelho Filho, recebeu nesta quinta-feira (02/06) representantes de investidores do mercado de capitais, que apresentaram sugestões para aprimorar a atração de investimentos nas áreas de energia e mineração. A Associação de Investidores do Mercado de Capitais (AMEC) reúne 57 investidores nacionais e estrangeiros, com mandatos para aplicar cerca de R$ 400 bilhões no Brasil, nos diversos segmentos da economia.

Os gestores elogiaram a decisão do MME de aprimorar a governança do Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico (CMSE), com adoção de novas regras conforme anunciado ontem pelo Ministério. O Comitê passará a ter um novo regimento, com foco em formas de aumentar a transparência das decisões do colegiado, fortalecendo os órgãos e entidades do setor que o compõe.

Segundo os executivos, o setor energético-mineral tem grande capacidade de atrair investimentos importantes ao país, seja com participação no capital das empresas ou com financiamento, o que pode oferecer uma alternativa ao crédito via BNDES. Tais investimentos podem ajudar a retomar o desenvolvimento do país, com geração de empregos e aumento da arrecadação de impostos.

Dar mais transparência às decisões do governo e aumentar a governança das empresas estatais e de capital misto foram pontos defendidos pelos representantes da AMEC como importantes para a atração de investimento. Os dois pontos se alinham com a visão que está sendo defendida pelo Ministério de Minas e Energia, como a escolha dos gestores do setor com base no princípio da meritocracia.

“Estamos procurando, além de formar um bom time, ouvir boas pessoas. Esse esforço inicial nosso, além de realizar uma série de coisas que temos de fazer com desafios que começam agora, é de poder iniciar essa transição de momento para ir animando a economia do país”, afirmou o ministro aos participantes da reunião.

A AMEC também defende, para o aprimoramento no modelo atual, maior estabilidade regulatória e maior simplicidade nas medidas definidas para o setor energético-mineral. Para os gestores, modelos complexos criam maiores custos.

A reunião com a AMEC se insere na iniciativa do MME de manter o diálogo aberto com os diversos agentes do setor, para conhecer suas propostas e receber sugestões.



Fonte: Assessoria MME/Redação
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