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Preços

Alta contínua do petróleo pressiona aumento de combustíveis

04/08/2004 | 00h00

A escala dos preços do petróleo continua a marcar recordes seguidos e investidores internacionais já acreditam que o barril WTI alcançará os US$ 50 nos próximos dias. No Brasil, o presidente da Petrobras, José Eduardo Dutra, anunciou que a companhia poderá reajustar os preços dos combustíveis se a cotação do barril permanecer na faixa dos US$ 40. Nesta quarta-feira (04/08), o petróleo de referência norte-americano chegou ao máximo de US$ 44,28 e o Brent, referência européia, chegou a US$ 40,96, o preço mais alto desde outubro de 1990.
O anúncio da Arábia Saudita de que usará sua capacidade de produção ao máximo teve efeito positivo e conseguiu reduzir o aumento, mas não alterou a tendência de alta, que continua a existir em função das pressões da conjuntura internacional de alta demanda e dificuldade de aumento de produção.
A Organização dos Paúses Exportadores de Petróleo (Opep) não tem condições de aumentar a produção e põe em dúvida a capacidade da oferta ser suficiente para atender o constante aumento da demanda. China, Japão, Índia e Estados Unidos são os maiores consumidores de energia do mundo e todos os países estão em fase expansiva de sua economia. Por outro lado, países como a Nigéria, Venezuela e Rússia, que têm maior margem para incrementar a oferta não são consideradas fontes seguras de abastecimento em razão da percepção de que oferecem maiores riscos.
A instabilidade no Oriente Médio com ataques a instalações petrolíferas no Iraque continuam e a ameaça de novos atentados nos Estados Unidos acirram o nervosismo do mercado. Além de todos os fatores conjunturais, analistas internacionais comentam que os investidores estão acostumados a ver os preços acima dos US$ 40 e que isso contribui para que o preço se mantenha alto.



Fonte: Com agências intern
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