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Energia

Alstom terá fábrica de torres eólicas em Canoas, RS

01/10/2012 | 16h18

 

A Alstom assinou um protocolo de intenção com o Governo do Estado do Rio Grande do Sul para instalar sua primeira fábrica dedicada à produção de torres de aerogeradores da América Latina. A cerimônia contou com a presença de Mauro Knijnik, secretário de Desenvolvimento e Promoção do Investimento do Estado do Rio Grande do Sul; Marcos Costa, presidente da Alstom Brasil, e Pierre-François Chenevier, diretor geral do business Wind da Alstom na América Latina.
O empreendimento será instalado em Canoas, ao lado da planta do setor Grid da Alstom, já presente na cidade há mais de 50 anos como parte dos negócios da área de transmissão de energia da empresa no Brasil. A fábrica terá uma capacidade instalada para produção de 120 torres por ano, o que representa em torno de 350 MW. O investimento inicial é de cerca de R$ 30 milhões. A unidade tem início de produção previsto para o primeiro semestre de 2013. Com 11.000 m² de área construída, as instalações vão empregar 90 pessoas, sendo 80% da mão de obra local. Em torno de 250 vagas indiretas serão geradas com a criação dessa unidade.
“A fábrica já conta com encomendas para o mercado nacional. Por exemplo, as torres necessárias para completar o contrato para o complexo eólico Corredor do Senandes, assinado com a Odebrecht Energia este ano, serão produzidas nessa nova planta. A unidade, devido à sua posição geográfica estratégica, também vai exportar para outros países da América Latina”, afirma Marcos Costa, Presidente da Alstom Brasil.
“A instalação dessa fábrica em Canoas oferece um grande potencial de sinergia para a indústria de geração de energia eólica no Rio Grande do Sul”, afirma Fernando Chein, diretor de Geração da Odebrecht Energia. “Isto certamente fará uma diferença logística para a instalação do primeiro projeto eólico da Odebrecht Energia, o complexo Corredor do Senandes, localizado na cidade de Rio Grande, com 108 MW de capacidade instalada”, complementa o executivo.
A nova fabrica em Canoas será a segunda unidade de produção para a área de geração de energia eólica da Alstom na América Latina. Em Novembro de 2011, a empresa inaugurou sua primeira fábrica de aerogeradores em Camaçari, no estado da Bahia, com capacidade para produzir 600 MW por ano.
“A instalação de uma segunda unidade de fabricação confirma o comprometimento da Alstom com o desenvolvimento da infraestrutura brasileira de geração de energia”, informa Alfonso Faubel, vice-presidente global da Alstom Wind.
A empresa já tem mais de 2.300 turbinas atualmente instaladas ou em construção em mais de 130 parques eólicos em todo o mundo, o que representa uma capacidade total de mais de 3.200 MW. A empresa desenha, fabrica, instala e opera turbinas onshore e offshore de 1.67MW a 6MW, provendo soluções para as localizações geográficas e condições climáticas mais desafiadoras.
A Alstom já conquistou quatro contratos no mercado eólico brasileiro e assinou uma carta de intenção, juntos totalizando mais de 900 milhões de euros, para o fornecimento de aerogeradores para parques eólicos da Desenvix, Brasventos, Odebrecht Energia, Casa dos Ventos e, mais recentemente, da Queiroz Galvão.

A Alstom assinou um protocolo de intenção com o Governo do Estado do Rio Grande do Sul para instalar sua primeira fábrica dedicada à produção de torres de aerogeradores da América Latina. A cerimônia contou com a presença de Mauro Knijnik, secretário de Desenvolvimento e Promoção do Investimento do Estado do Rio Grande do Sul; Marcos Costa, presidente da Alstom Brasil, e Pierre-François Chenevier, diretor geral do business Wind da Alstom na América Latina.


O empreendimento será instalado em Canoas, ao lado da planta do setor Grid da Alstom, já presente na cidade há mais de 50 anos como parte dos negócios da área de transmissão de energia da empresa no Brasil. A fábrica terá uma capacidade instalada para produção de 120 torres por ano, o que representa em torno de 350 MW. O investimento inicial é de cerca de R$ 30 milhões. A unidade tem início de produção previsto para o primeiro semestre de 2013. Com 11.000 m² de área construída, as instalações vão empregar 90 pessoas, sendo 80% da mão de obra local. Em torno de 250 vagas indiretas serão geradas com a criação dessa unidade.


“A fábrica já conta com encomendas para o mercado nacional. Por exemplo, as torres necessárias para completar o contrato para o complexo eólico Corredor do Senandes, assinado com a Odebrecht Energia este ano, serão produzidas nessa nova planta. A unidade, devido à sua posição geográfica estratégica, também vai exportar para outros países da América Latina”, afirma Marcos Costa, Presidente da Alstom Brasil.


“A instalação dessa fábrica em Canoas oferece um grande potencial de sinergia para a indústria de geração de energia eólica no Rio Grande do Sul”, afirma Fernando Chein, diretor de Geração da Odebrecht Energia. “Isto certamente fará uma diferença logística para a instalação do primeiro projeto eólico da Odebrecht Energia, o complexo Corredor do Senandes, localizado na cidade de Rio Grande, com 108 MW de capacidade instalada”, complementa o executivo.


A nova fabrica em Canoas será a segunda unidade de produção para a área de geração de energia eólica da Alstom na América Latina. Em Novembro de 2011, a empresa inaugurou sua primeira fábrica de aerogeradores em Camaçari, no estado da Bahia, com capacidade para produzir 600 MW por ano.


“A instalação de uma segunda unidade de fabricação confirma o comprometimento da Alstom com o desenvolvimento da infraestrutura brasileira de geração de energia”, informa Alfonso Faubel, vice-presidente global da Alstom Wind.


A empresa já tem mais de 2.300 turbinas atualmente instaladas ou em construção em mais de 130 parques eólicos em todo o mundo, o que representa uma capacidade total de mais de 3.200 MW. A empresa desenha, fabrica, instala e opera turbinas onshore e offshore de 1.67MW a 6MW, provendo soluções para as localizações geográficas e condições climáticas mais desafiadoras.


A Alstom já conquistou quatro contratos no mercado eólico brasileiro e assinou uma carta de intenção, juntos totalizando mais de 900 milhões de euros, para o fornecimento de aerogeradores para parques eólicos da Desenvix, Brasventos, Odebrecht Energia, Casa dos Ventos e, mais recentemente, da Queiroz Galvão.

 



Fonte: Redação
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