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Interrogações energéticas

Alcoa investe no Brasil, mas questiona custo da energia

19/05/2010 | 12h19

A  Alcoa, maior produtora de alumínio dos Estados Unidos, planeja expandir a produção do metal no estado do Pará e estuda construir uma nova unidade de transformação de alumina em alumínio, disse o presidente da Alcoa Alumínio, Franklin Feder.

 

A companhia deverá investir US$ 3 bilhões no empreendimento, e não descartou fechar outras instalações no país por conta dos "altos custos" de energia elétrica.

 

Os gastos com energia nas plantas da Alcoa localizadas no Maranhão estão entre os mais altos da companhia, disse Feder.

Para reverter esta situação, a empresa estuda a construção de uma represa hidroelétrica para atender a demanda da nova planta no estado do Pará, que produzirá no mínimo 300 mil toneladas de alumínio por ano, enfatizou o executivo.

"O novo investimento depende da demanda e dos custos de energia", explicou Feder. "Os gastos com energia voltaram a ser proibitivos no Brasil", acrescentou.

A Alcoa, com sede em Nova York, está alterando sua produção para locais onde o custo com energia é menor, desde a Islândia até a Arábia Saudita, ao mesmo tempo em que eleva sua competitividade com as rivais Aluminum Corp. of China (Chalco) e Norsk Hydro ASA.

As faturas de eletricidade representam cerca de um terço do custo de produção do alumínio, metal utilizado em aeronaves, por exemplo.

 

No Brasil, a Alcoa opera oito plantas. Às 10h50 (horário de Brasília), as ações da companhia, negociadas na Bolsa de Nova York, registravam queda de 0,50%, cotadas a US$ 11,76.



Fonte: Brasil Econômico
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