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Combustíveis

Ainda pode haver aumento este ano

26/11/2004 | 00h00

Embora a minsitra das Minas e Energia, Dilma Rousseff, tenha afirmado, nesta quinta-feira (25/11), que não haverá mais aumento de combustíveis este ano, o diretor financeiro da Petrobras, José Sérgio Gabrielli, não descartou a possibilidade de um novo reajuste até o final de 2004. "Vai depender do mercado", justificou Gabrielli.
O diretor repetiu a declaração de que os últimos aumentos não tiveram uma relação direta com as eleições municipais, mas com o acompanhamento da evolução dos preços no mercado. 
Gabrielli argumentou que a eleição de Bush influenciou os preços de petróleo no mundo e que os movimentos políticos na Ucrânia também estão influenciando os mercados internacionais. Quanto ao Brasil, ele admitiu que este tipo de influência existe, mas repetiu a informação de que a Petrobras define seus preços a partir de um movimento de mercado e não tem a política de repassar para os preços interno a volatilidade internacional.
A gasolina e o diesel foram reajustados pela primeira vez em 15 de outubro, entre os dois turnos eleitorais. O primeiro aumento, de 2,4% para a gasolina e 4,8% para o diesel, foi considerado, por vários analistas do setor, insuficiente para garantir a rentabilidade da Petrobras. A partir da meia noite desta quinta-feira (25/11), 10 dias após as eleições, os preços dos combustíveis foram vendidos com os novos reajustes de 4,2% para a gasolina e 8% para o diesel.
Gabrielli deu entrevista após a assinatura do contrato de construção da P-51, no Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), nesta sexta-feira. O contrato foi o primeiro assinado por Guido Mantega como presidente da instituição.



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