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Reajuste

Ainda não há data para corrigir preços dos combustíveis, diz Petrobras

11/08/2014 | 14h30

 

A Petrobras tem trabalhado por novos reajustes dos preços de combustíveis no mercado interno, afirmou o diretor financeiro e de relações com investidores da estatal, Almir Barbassa. Ele disse, no entanto, que não há uma data ainda para a correção dos preços dos produtos.
"Temos trabalhado ao longo dos últimos trimestres, apresentando evoluções e múltiplos, mas data a gente não tem", disse o executivo, em coletiva sobre os resultados da Petrobras no segundo trimestre.
Segundo Barbassa, os múltiplos aos quais ele se referiu são o câmbio, o preço do petróleo e a demanda interna por combustíveis.
O executivo afirmou que a estatal conta com o reajuste dos combustíveis para atingir as metas de que a relação entre dívida líquida e Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciações e amortizações) fique em até 2,5 vezes no fim de 2015 e que a relação entre dívida e capitalização seja de no máximo 35%.
Ao comentar desempenho da empresa divulgado na sexta-feira, a presidente da Petrobras, Graça Foster, afirmou que busca a convergência de preços para o alcance das metas de endividamento.

A Petrobras tem trabalhado por novos reajustes dos preços de combustíveis no mercado interno, afirmou o diretor financeiro e de relações com investidores da estatal, Almir Barbassa.

Ele disse, no entanto, que não há uma data ainda para a correção dos preços dos produtos.

"Temos trabalhado ao longo dos últimos trimestres, apresentando evoluções e múltiplos, mas data a gente não tem", disse o executivo, em coletiva sobre os resultados da Petrobras no segundo trimestre.

Segundo Barbassa, os múltiplos aos quais ele se referiu são o câmbio, o preço do petróleo e a demanda interna por combustíveis.

O executivo afirmou que a estatal conta com o reajuste dos combustíveis para atingir as metas de que a relação entre dívida líquida e Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciações e amortizações) fique em até 2,5 vezes no fim de 2015 e que a relação entre dívida e capitalização seja de no máximo 35%.

Ao comentar desempenho da empresa divulgado na sexta-feira, a presidente da Petrobras, Graça Foster, afirmou que busca a convergência de preços para o alcance das metas de endividamento.

 



Fonte: Valor Econômico
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