acesso a redes sociais
  • tumblr.
  • twitter
  • Youtube
  • Linkedin
  • flickr
conecte-se a TN
  • ver todas
  • versão online
  • Rss
central de anunciante
  • anunciar no site
  • anunciar na revista
Demanda

AIE corta projeção de consumo de gasolina no Brasil

13/04/2011 | 09h42
A Agência Internacional de Energia (AIE) cortou quase pela metade as projeções de alta da demanda de gasolina no Brasil, de 5,1% para 2,8% este ano, refletindo a desaceleração na economia.
 

A AIE tinha projetado em março a alta de 5,1% da demanda no rastro de crescimento de 9,1% em dezembro. Agora, a entidade constata que a demanda por gasolina e gasoil foram robustas em Janeiro, com altas de 4,9% e 5,3% respectivamente, porém já mais fraca do que no segundo semestre de 2010, indicando que a expansão da demanda está diminuindo.
 

Levando em conta a hipótese possibilidade de preços mais altos e evidência de mais aperto fiscal e monetário no pais, a AIE estima agora que a demanda total de combustível no país será 30 mil barris a menos por dia, ficando em 2,8 milhões/dia.
 
 
A AIE nota que o Brasil, normalmente exportador de gasolina, vai importar várias cargas do combustível em abril. Diante do preço elevado do etanol e fraca colheita de açúcar, os distribuidores tiveram que excepcionalmente importar etanol dos Estados Unidos.
 

A entidade alerta que globalmente a alta de preços do petróleo começou a diminuir a expansão da demanda internacional. Vê riscos de que o barril a US$ 100 se torne incompatível com o atual ritmo da recuperação economica global.
 

Do lado da oferta, o Brasil continuará sendo a principal fonte de crescimento da produção de petróleo fora da Organização dos Produtores e Exportadores de Petróleo (Opep), seguido pela China.
 

Em janeiro, o suprimento de petróleo no pais caiu 60 mil barris/dia para 2,21 milhões, enquanto dados preliminares indicariam uma queda maior para 45 mil barris/dia. Mas a AIE estima que a produção volta a subir para 2,4 milhões no quarto trimestre na medida em que novos campos começarem a produzir.


Fonte: Valor Econômico
Seu Nome:

Seu Email:

Nome do amigo:

Email do amigo:

Comentário:


Enviar