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Comércio Exterior

AHK investe em atrair empresas alemãs para o Brasil

12/04/2005 | 00h00

O Brasil e a América do Sul voltam a ser regiões atraentes para investimentos de empresas alemãs. O diretor executivo da Câmara de Comércio Brasil-Alemanha (AHK), Hanno Erwes, reconheceu, durante a cerimônia de posse da nova diretoria da entidade, que a região sul-americana esteve um pouco esquecida. No entanto, ele também informa que este ano a entidade vai participar da Brasil Offshore, em junho, em Macaé, com três empresas alemãs. "Fiquei quatro anos para convecê-las, mas agora elas virão", comenta Erwes.
No setor energia, as companhias alemãs exploram melhor o nicho de energias renováveis e meio ambiente. As empresas que participarão da feira de Macaé são fabricantes de filtro de bombas para prestação de serviços de meio ambiente para empresas de petróleo. A Câmara Alemã também vai promover um curso em Macaé sobre a gestão de meio ambiente para indústrias petrolíferas.
Apesar da proximidade entre Brasil e Alemanha, a diretoria da entidade comentou os problemas que podem ser decorrentes do fim do acordo de bitributação existente entre Brasil e Alemanha. Segundo explicou o novo diretor da entidade, Gabriel Leonardos, "a cessação do acordo foi proposta pela Alemanha e é provável que tenha o objetivo de rever acordos firmados em 1975, quando o estágio de desenvolvimento do Brasil era muito inferior do atual. "O acordo faz com que o Brasil tenha uma série de benefícios no comércio entre os dois países, mas provável que muitas facilidades já não sejam necessárias. De qualquer forma, a posição oficial deve ser dada por membros do consulado alemão e das entidades de relações internacionais do Brasil", ressaltou Leonardos.
O presidente anterior da Câmara Alemã, Rolf Bohnholf, se despediu do cargo delegando ao próximo presidente a tarefa de fortalecer os laços comerciais entre Brasil e Alemanha. Bohnholf destacou a antigüidade das relações comerciais entre os dois países, lembrando que a Câmara de Comércio Brasil-Alemnha foi fundada em 1916.
O palestrante convidado para o evento foi o subsecretário adjunto de desenvolvimento econômico do estado do Rio, Jorge Fernandes da Cunha Filho, que falou sobre as realizações da economia do estado em 2004 e as perspectivas para 2005. Segundo o subsecretário, 2004 foi o ano dos recordes, com a atração de US$ 16,7 bilhões em investimentos para o estado, em várias áreas.



Fonte: Redação
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