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Pré-Sal

AGU diz que críticas ao leilão de Libra são de “conteúdo político”

22/10/2013 | 10h35

 

O advogado-geral da União, Luís Inácio Adams, disse ontem (21) que as críticas ao leilão do Campo de Libra, o primeiro do pré-sal, são de “conteúdo político”. Segundo Adams, a AGU vai continuar monitorando as ações que chegarem ao Judiciário a atuará para evitar a anulação do leilão. Das 27 ações que foram protocoladas em vários estados para suspender o leilão, 20 foram negadas e sete aguardam decisão.
Em entrevista após participar da abertura do 6º Seminário da Advocacia Pública, o advogado-geral da União defendeu as regras do processo de licitação e disse que o risco de suspensão do resultado do leilão “é mínimo”. “Evidentemente que o processo não acabou, como todos os outros processos. Agora, o risco é mínimo. Acho que o processo está tecnicamente consistente, juridicamente aderente à nossa legislação, economicamente viável e tivemos um excelente resultado”, disse Adams.
Na avaliação de Adams, as críticas ao leilão são de “conteúdo político”, por entender que o país será beneficiado com a partilha. “As críticas são de conteúdo político. O petróleo é brasileiro. O resultado da exploração que é partilhado, sendo que o Brasil é o maior beneficiado dessa partilha. Seja diretamente para União, seja para a própria Petrobras, que detém 40% do consórcio. Então, eu acredito que essas críticas são afastadas pelo próprio resultado do leilão e pelo resultado da exploração”, argumentou.

O advogado-geral da União, Luís Inácio Adams, disse ontem (21) que as críticas ao leilão do Campo de Libra, o primeiro do pré-sal, são de “conteúdo político”. Segundo Adams, a AGU vai continuar monitorando as ações que chegarem ao Judiciário a atuará para evitar a anulação do leilão. Das 27 ações que foram protocoladas em vários estados para suspender o leilão, 20 foram negadas e sete aguardam decisão.

Em entrevista após participar da abertura do 6º Seminário da Advocacia Pública, o advogado-geral da União defendeu as regras do processo de licitação e disse que o risco de suspensão do resultado do leilão “é mínimo”. “Evidentemente que o processo não acabou, como todos os outros processos. Agora, o risco é mínimo. Acho que o processo está tecnicamente consistente, juridicamente aderente à nossa legislação, economicamente viável e tivemos um excelente resultado”, disse Adams.

Na avaliação de Adams, as críticas ao leilão são de “conteúdo político”, por entender que o país será beneficiado com a partilha. “As críticas são de conteúdo político. O petróleo é brasileiro. O resultado da exploração que é partilhado, sendo que o Brasil é o maior beneficiado dessa partilha. Seja diretamente para União, seja para a própria Petrobras, que detém 40% do consórcio. Então, eu acredito que essas críticas são afastadas pelo próprio resultado do leilão e pelo resultado da exploração”, argumentou.

 



Fonte: Agência Brasil
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