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Petróleo

Agilent Technologies e Universidade de Houston fecham parceria

07/11/2012 | 17h34

 

A Agilent Technologies e a Universidade de Houston anunciam pesquisa conjunta para maior compreensão sobre a geologia e a composição de petróleo não refinado. A parceria combina a experiência e os instrumentos científicos de última geração da Agilent com a pesquisa avançada já desenvolvida pelo Departamento de Ciências Terrestres e Atmosféricas da Universidade de Houston. A meta é criar aplicações que forneçam novas informações para a descoberta e uso deste recurso vital.
Por este acordo, a Agilent fornece um portfólio de instrumentos avaliado em mais de US$ 1 milhão, incluindo tecnologia avançada como espectroscopia de emissão atômica de plasma por micro-ondas (MP-AES), espectroscopia de emissão ótica de plasma (ICP-OES), espectrometria de massas de mono e triplo estágio (GC-MS & GC-QQQ), bem como espectrometria de massas de alta resolução por tempo de voo, acoplados à cromatografia gasosa.
“A Universidade de Houston está bastante satisfeita por fazer parte desta parceira, que se constitui num esforço conjunto para avançar com a pesquisa para o setor de óleo e gás e seus contínuos esforços para melhor avaliar reservas comprovadas e descobrir novas”, afirmou Rathindra Bose, vice-presidente de pesquisa e transferência de tecnologia e vice-reitora da universidade.  “Graças a este acordo, os pesquisadores do departamento de Ciências Terrestres e Atmosféricas terão acesso aos instrumentos mais avançados disponíveis hoje em dia para desenvolver sua pesquisa”.
Os instrumentos serão usados para identificar e medir os compostos de amostras geológicas, ou para separar, identificar e medir milhares de compostos encontrados em petróleo não refinado. Estes estudos contribuem para a compreensão das formações petrolíferas, necessária para a busca de novos depósitos de petróleo, assim como para avaliação do potencial de exploração de reservas já comprovadas. Além disso, o aperfeiçoamento dos métodos usados para caracterizar o petróleo não refinado irá permitir que o processo seja mais eficiente, o que pode, por sua vez, melhorar a produtividade de cada barril obtido  e diminuir os custos de produtos refinados.
“Os instrumentos de última geração que a Agilent está fornecendo por este esforço conjunto irá permitir que as equipes da Universidade de Houston avancem em suas áreas de pesquisa com a geração de dados que, sem esta instrumentação avançada, não seria possível obter”, afirmou Wayne Collins, gerente global de energia da Agilent. “Esta parceria com uma das principais universidades em pesquisa energética reafirma nosso compromisso, como a principal empresa do mercado em instrumentos para esta indústria, em continuar a desenvolver novas tecnologias e aplicações para nossos clientes”.
Conforme o termo de compromisso desta parceria, de três anos, parte do trabalho a ser desenvolvido irá também se concentrar na pesquisa sobre a extração de xisto, que vem sendo apontado como uma nova opção energética nos Estados Unidos. As novas tecnologias que permitem o uso deste recurso abriram a possibilidade de exploração de novas reservas e de obtenção de matérias primas de baixo custo para as indústrias química e petroquímica, ao mesmo tempo em que oferece às empresas a possibilidade de substituírem o carvão como fonte energética, diminuindo, assim, suas emissões de gás carbônico. A meta desta pesquisa é avaliar possíveis extrações de uma determinada formação, de forma a evitar impacto ambiental negativo para os lençóis freáticos.

A Agilent Technologies e a Universidade de Houston anunciam pesquisa conjunta para maior compreensão sobre a geologia e a composição de petróleo não refinado. A parceria combina a experiência e os instrumentos científicos de última geração da Agilent com a pesquisa avançada já desenvolvida pelo Departamento de Ciências Terrestres e Atmosféricas da Universidade de Houston. A meta é criar aplicações que forneçam novas informações para a descoberta e uso deste recurso vital.


Por este acordo, a Agilent fornece um portfólio de instrumentos avaliado em mais de US$ 1 milhão, incluindo tecnologia avançada como espectroscopia de emissão atômica de plasma por micro-ondas (MP-AES), espectroscopia de emissão ótica de plasma (ICP-OES), espectrometria de massas de mono e triplo estágio (GC-MS & GC-QQQ), bem como espectrometria de massas de alta resolução por tempo de voo, acoplados à cromatografia gasosa.


“A Universidade de Houston está bastante satisfeita por fazer parte desta parceira, que se constitui num esforço conjunto para avançar com a pesquisa para o setor de óleo e gás e seus contínuos esforços para melhor avaliar reservas comprovadas e descobrir novas”, afirmou Rathindra Bose, vice-presidente de pesquisa e transferência de tecnologia e vice-reitora da universidade.  “Graças a este acordo, os pesquisadores do departamento de Ciências Terrestres e Atmosféricas terão acesso aos instrumentos mais avançados disponíveis hoje em dia para desenvolver sua pesquisa”.


Os instrumentos serão usados para identificar e medir os compostos de amostras geológicas, ou para separar, identificar e medir milhares de compostos encontrados em petróleo não refinado. Estes estudos contribuem para a compreensão das formações petrolíferas, necessária para a busca de novos depósitos de petróleo, assim como para avaliação do potencial de exploração de reservas já comprovadas. Além disso, o aperfeiçoamento dos métodos usados para caracterizar o petróleo não refinado irá permitir que o processo seja mais eficiente, o que pode, por sua vez, melhorar a produtividade de cada barril obtido  e diminuir os custos de produtos refinados.


“Os instrumentos de última geração que a Agilent está fornecendo por este esforço conjunto irá permitir que as equipes da Universidade de Houston avancem em suas áreas de pesquisa com a geração de dados que, sem esta instrumentação avançada, não seria possível obter”, afirmou Wayne Collins, gerente global de energia da Agilent. “Esta parceria com uma das principais universidades em pesquisa energética reafirma nosso compromisso, como a principal empresa do mercado em instrumentos para esta indústria, em continuar a desenvolver novas tecnologias e aplicações para nossos clientes”.


Conforme o termo de compromisso desta parceria, de três anos, parte do trabalho a ser desenvolvido irá também se concentrar na pesquisa sobre a extração de xisto, que vem sendo apontado como uma nova opção energética nos Estados Unidos. As novas tecnologias que permitem o uso deste recurso abriram a possibilidade de exploração de novas reservas e de obtenção de matérias primas de baixo custo para as indústrias química e petroquímica, ao mesmo tempo em que oferece às empresas a possibilidade de substituírem o carvão como fonte energética, diminuindo, assim, suas emissões de gás carbônico. A meta desta pesquisa é avaliar possíveis extrações de uma determinada formação, de forma a evitar impacto ambiental negativo para os lençóis freáticos.

 



Fonte: Redação
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