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América do Sul

Acordo para Camisea II deverá ser assinado na quinta-feira

10/01/2006 | 00h00

O Ministério de Energia e Minas (MEM) do Peru planeja assinar na quinta-feira (12/01) um acordo com o consórcio Peru LNG, encabeçado pela petroleira norte-americana Hunt Oil, a fim de dar início à segunda estapa do projeto Camisea, chamado de Camisea II, que requerirá um investimento total de US$ 3.300 milhões informou a pasta em um comunicado.


A assinatura do convênio estava adiada desde o dia 15 de dezembro, informou o jornal Gestión.

A Peru LNG pretente explortar gás natural liqüefeito (GNL) do projeto Camisea II ao México e aos Estados Unidos a partir de 2009-2010.
  
A Hunt Oil tem uma participação de 50% na Peru LNG, a petroleira espanhola Repsol YPF conta com 20% e a sul-coreana SK Corporation, detém os 30% restantes. A Repsol YPF é responsável pela comercialização de 100% do GNL produzido no projeto.

O investimento se dividirá em duas partes. A Repsol YPF contribuirá com cerca de US$ 1.150 milhões, incluindo US$ 650 milhões em tanques de GNL e US$ 500 milhões em um terminal de regaseificação no México, disse a BNamericas o titular da Direção Geral de Hidrocarbonetos (DGH) do MEM,Gustavo Navarro.

Somado a este valor, a Peru LNG investirá US$ 2.150 milhões na expansão das operações de produção gasífera de Camisea no Perú. Este investimento inclui uma planta de separação de líquidos na cidade amazônica de Malvinas e uma planta de fracionamento em Pisco, na costa do Pacífico do país. Se destinarão, além do mais, US$ 500 milhões à construção de um novo gasoduto de 32 polegadas de diâmetro desde o campo de Camisea até Lima e à expansão de um duto de líqüidos existente, y US$ 1.100 milhões para construir uma planta de liqüefação em Pampa Melchorita, afirmou Navarro.

A planta de liqüefação deverá iniciar operações em 2009, ainda que a data não esteja fixada de maneira definitiva dado que a Repsol YPF não assinou os contratos em firme com compradores e Peru não assinou o contrato de construção para a planta de liqüefação da GNL nem obteve financiamento, segundo informes anteriores da BNamericas.

A Peru LNG já investiu cerca de US$ 30 milhões nos últimos três anos na realição de estudos de engenharia, de impacto ambiental e outros gastos, se lê na imprensa local.

O projeto Camisea I, que iniciou operações em agosto de 2004, requiriu um investimento de cerca de US$ 1.700 milhões e é considerado uma instalação chave para o desenvolvimento das vastas reservas de gás natural que tem o país.

O gasoduto de Camisea, que é um dos dutos paralelos que transportam gás e líquidos para a costa do Pacífico, transporta na atualidade cerca de 120 milhões de pés cúbicos por dia (Mpc/d) de gás à capital Lima e o porto vizinho, de Callao, desde os blocos 88 e 56, na região amazônica de Cuzco.

Ao redor de um 70% disto se utiliza para a geração elétrica, cerca de 20% para consumidores industriais e o resto para uso comercial e residencial.

A produção no campo de Camisea supera a atual demanda com níveis de produção médio de 480 Mpc/d de gás, afirmou Navarro. Além do que distribui em Lima, outros 20 Mpc/d são utilizados para operações de campo, enquanto o resto de reinjeta.

A petroleira argentina Pluspetrol encabeza o consórcio upstrea Camisea que inclui a Hunt Oil, SK Corporation, a argentina Tecpetrol e a argelina Sonatrach.



Fonte: BNamericas
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