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Petroquímica

Acordo fechado com minoritários encerra disputa judicial na Polialden

16/12/2004 | 00h00

A Braskem anunciou o fechamento de um acordo para encerrar o processo judicial com os minoritários da Polialden. O acerto permitirá a troca de ações preferenciais das duas empresas.
Cada ação preferencial da Polialden poderá ser trocada por 10,555 ações preferenciais, classe A, da Braskem. A petroquímica controlada pela Odebrecht já detinha a totalidade das ações ordinárias da empresa.
O acerto encerra uma disputa judicial que se arrastava por mais de uma década - os minoritários exigiam igualdade de condições com os donos de ações ordinárias na distribuição de dividendos de uma classe especial de ações.
Com a operação, a Braskem irá aumentar sua participação no capital da Polialden de 56,3% para 63,7%. As ações preferenciais em circulação no mercado vão representar 61,4% do capital preferencial e 36,3% do capital total.
A Polialden produzia polietileno, uma resina usada pela indústria do plástico. Seus bens já fazem parte dos ativos da Braskem, que incorporou as operações de outras cinco empresas.
Além do acordo com os minoritários da Polialden, o conselho de administração da Braskem concordou em utilizar a reserva de incentivos fiscais para abater prejuízos acumulados - a medida já havia sido anunciada. Serão utilizados R$ 463 milhões da reserva. Com isso, a empresa anunciou que poderá pagar até R$ 170 milhões em dividendos. O valor exato a ser distribuído aos acionistas será definido pela diretoria até o fim deste mês.
A Braskem aprovou ainda seu plano de negócios para os próximos cinco anos. Apenas em 2005, o plano é investir R$ 600 milhões. O valor inclui uma parcela dos investimentos que a empresa espera aplicar juntamente com a Petrobras no projeto de construção de uma unidade de polipropileno em Paulínia, no interior paulista.
Na semana passada, a empresa assinou com a estatal um memorando de entendimento pelo qual as duas companhias tentarão viabilizar, em 90 dias, os detalhes técnicos do projeto da unidade. Serão definidos também o modelo societário e a engenharia financeira do projeto. A unidade de polipropileno, com capacidade de 300 mil toneladas por ano, exigirá um investimento por volta de US$ 220 milhões.



Fonte: Valor Econômico
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