acesso a redes sociais
  • tumblr.
  • twitter
  • Youtube
  • Linkedin
  • flickr
conecte-se a TN
  • ver todas
  • versão online
  • Rss
central de anunciante
  • anunciar no site
  • anunciar na revista
México

Acorda Brasil: grandes petroleiras disputam áreas de águas profundas do México

26/01/2018 | 16h49

Depois de perder o posto de potência do petróleo na última década, o México decidiu seduzir grandes produtoras com descontos nas licenças de seus melhores campos. O leilão de 31 de janeiro para 29 blocos em águas profundas será realizado em um momento em que o barril recupera o preço ao patamar de US$ 70, ajudando empresas a saírem da pior crise do mercado em décadas.

Exxon Mobil, Royal Dutch Shell e Chevron estão entre as 21 participantes registradas para o leilão da semana que vem, anunciou a Comissão Nacional de Hidrocarbonetos do México (CNH), na quinta-feira, em um webcast. A venda será a maior do México em termos de campos e investimentos esperados desde o fim do monopólio da estatal Petróleos Mexicanos, em 2013.

A demanda do México por baixos pagamentos de bônus antecipados provavelmente ampliou o interesse no leilão, disse Horacio Cuenca, analista da Wood Mackenzie, em entrevista no Rio de Janeiro. Além disso, os blocos não exigem grandes compromissos de investimento inicial.

"O México fez tudo o que podia para atrair as empresas", disse. Isso estimulará o interesse. Os blocos estão muito baratos."

A Pemex, como a petroleira estatal é conhecida, deverá apresentar ofertas individualmente e em parceria com seis grupos formados por empresas como Chevron e Shell. A malaia Petroliam Nasional também se qualificou como ofertante individual e como parte de cinco consórcios com parceiras como Cnooc e Repsol.

"É uma boa notícia", disse Hector Acosta, comissário da CNH, no webcast de quinta-feira. "O fato de termos tanta variedade na integração dos consórcios -- 17 grupos de ofertantes e nove licitantes individuais -- parece uma boa notícia e anuncia que teremos uma boa apresentação de ofertas pelos diferentes blocos."



Fonte: Bloomberg, 26/01/2018
Seu Nome:

Seu Email:

Nome do amigo:

Email do amigo:

Comentário:


Enviar