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Empresas

ABS Group abre escritório em Santos e amplia serviços de gestão de risco

08/06/2011 | 11h13
O ABS Group, líder mundial em serviços de gerenciamento de riscos, está ampliando sua presença no Brasil. Steve Arendt, vice-presidente do grupo, desembarcou esta semana no país com projetos agressivos para o mercado brasileiro. A empresa está abrindo escritório em Santos, expandindo a filial de Macaé, no Rio, e ampliando o quadro de colaboradores em 20% nesses locais. Outra novidade é o lançamento do serviço de sustentabilidade integrado à gestão de risco. O Brasil será o primeiro país – entre os 150 nos quais atua e os 39 que contam com escritórios - no qual o ABS Group passa a contar com uma área focada em sustentabilidade.

 

Os investimentos do ABS Group inserem-se no contexto de aumento da demanda por serviços de gestão de risco, impulsionada pelo setor de óleo e gás, por conta do Pré-sal; por setores como mineração e química e pelas obras do PAC, da Copa do Mundo e das Olimpíadas.

 

“A área de óleo e gás é uma das mais bem organizadas para lidar com riscos industriais, justamente porque admite os perigos da atividade que exerce. Mas outros setores industriais estão menos preparados”, afirma Arendt.

 

Os investimentos previstos no Brasil, segundo o BNDES e outras fontes, são de mais de US$ 500 bilhões em 10 anos em obras de infraestrutura. “Estes valores poderão ser inflados em função de riscos não programados. Por isso é fundamental um programa adequado de gestão desses riscos, que considere todos os aspectos dos empreendimentos, inclusive o da sustentabilidade”, ressalta Eugenio Singer, Gerente Geral da subsidiária do ABS Group.

 

A criação do departamento de sustentabilidade do ABS Group visa desenvolver projetos inovadores para dar suporte, orientar e encurtar o processo da aprovação das licenças; atuar na resolução de conflitos, avaliar as estratégias dos estudos de impacto ambiental e de gestão de riscos dos empreendimentos. Singer lembra que grande parte dos riscos dos empreendimentos está ligada às questões que envolvem as práticas de sustentabilidade – seja em função dos licenciamentos ambientais, cada vez mais complexos, ou da gestão de mão de obra em um cenário de grande escassez, entre outros pontos críticos.

 

Neste cenário de demanda crescente, a projeção do ABS Group - empresa com receita global de US$ 280 milhões  - é que a subsidiária brasileira dobre, em cinco anos, sua participação nos negócios globais do grupo, passando dos atuais 7,5% para 15%.

O ABS tem forte presença no setor de óleo e gás no País, mas quer ampliar a atuação nos setores de manufaturados e mineração, além de outros grandes projetos privados e públicos.

 

Uma área com grande potencial de desenvolvimento no País, a gestão de riscos de projetos, ou risco programático, compreende a identificação e sistematização dos riscos, a seleção e a análise probabilística dos riscos mais impactantes chegando ao resultado de quanto um empreendimento pode ultrapassar os prazos e custos, bem como quais os pontos mais vulneráveis em cada uma das etapas e os riscos a eles associados. Isso abrange estudos de segurança, comunidades, gestão fundiária, recursos humanos, suprimentos e construção, além de meio ambiente.

 

Na opinião de Steve Arendt, o Brasil tem boas regras e regulamentos tanto estaduais quanto federais, porém falta um melhor cumprimento e monitoramento dessas leis. No âmbito empresarial, ele acredita que a cultura da gestão de risco está mais consolidada entre as organizações globais, inclusive as brasileiras, uma vez que não só buscam aprimorar suas práticas na área, como as difundem entre as organizações irmãs. Para o setor de óleo e gás brasileiro, líder em desempenho entre os países emergentes nos quais o ABS atua, como México, África do Sul e países do sudoeste asiático, Arendt deixa como mensagem a lição aprendida com o derramamento de petróleo no Golfo do México em 2010:  entender e aprimorar a cultura de segurança e desenvolver boa disciplina de operação e excelência na gestão das práticas.

 



Fonte: Redação
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