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Economia

Abimaq pede aumento de imposto de importação e correção do câmbio

30/08/2012 | 10h27

 

O setor de fabricantes de máquinas e equipamentos pediu, na quarta-feira (29), ao governo que aumente o imposto de importação sobre os produtos concorrentes e corrija a taxa de câmbio. Também foi solicitado a efetivação de uma equipe de defesa comercial “forte e estruturada”.
“Nós temos necessidade de soluções emergenciais de curtíssimo prazo. Nós somos obrigados a pedir coisas menos agradáveis, mas absolutamente necessárias para nós agora. Como uma correção adicional do câmbio, o aumento do imposto de importação, como foi feito com automóveis, com aumento e efetivação de uma equipe de defesa comercial forte e estruturada”, disse o diretor da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), Carlos Pastoriza. Esta tarde, representantes do setor se reuniram com o ministro da Fazenda, Guido Mantega.
Hoje, a taxa máxima de importação para máquinas e equipamento é 14%. De acordo com a Abimaq, a tarifa média ponderada do imposto sobre produtos do setor é 6%. O imposto máximo permitido pela Organização Mundial do Comércio é 35%. No entanto, a Abimaq ressalta que, em alguns casos, nem o imposto máximo resolveria a elevada importação.
“Nós entendemos que essas importações, que são predatórias, que vêm subfaturadas, que vêm com falsidade ideológica na documentação, poderiam ser controladas de uma outra maneira que não necessariamente colocar o imposto de importação nas alturas. Tem certos produtos que elevando o imposto a 35%, a penetração continuaria forte. Alguns produtos chineses custam um terço do nosso preço”, destacou Pastoriza. “O que resolveria seria o Departamento de Defesa Comercial parrudo, profissional, bem equipado, como tem os países que concorrem conosco, inclusive os Estados Unidos”, completou.
A balança comercial do setor fechou os primeiros sete meses com déficit de US$ 10,5 bilhões, 2,5% superior ao observado no mesmo período do ano passado, como resultado do aumento de 12,1% das exportações, que alcançaram US$ 7,02 bilhões, e das importações, que chegaram a US$ 17,5 bilhões, com crescimento de 6,1%.
“Nós estamos vivendo em um momento de emergência, há décadas tem-se postergado reformas importantíssimas que não estão ocorrendo e, neste momento, chegamos a uma confluência de ineficiências brasileiras gigantes, com abertura econômica gigante, com penetração agressiva dos concorrentes estrangeiros”, disse.
Entre os problemas apontados pela Abimaq, que afetam a competitividade do setor, estão a alta carga tributária, juros altos e câmbio desfavorável.

O setor de fabricantes de máquinas e equipamentos pediu, na quarta-feira (29), ao governo que aumente o imposto de importação sobre os produtos concorrentes e corrija a taxa de câmbio. Também foi solicitado a efetivação de uma equipe de defesa comercial “forte e estruturada”.


“Nós temos necessidade de soluções emergenciais de curtíssimo prazo. Nós somos obrigados a pedir coisas menos agradáveis, mas absolutamente necessárias para nós agora. Como uma correção adicional do câmbio, o aumento do imposto de importação, como foi feito com automóveis, com aumento e efetivação de uma equipe de defesa comercial forte e estruturada”, disse o diretor da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), Carlos Pastoriza. Esta tarde, representantes do setor se reuniram com o ministro da Fazenda, Guido Mantega.


Hoje, a taxa máxima de importação para máquinas e equipamento é 14%. De acordo com a Abimaq, a tarifa média ponderada do imposto sobre produtos do setor é 6%. O imposto máximo permitido pela Organização Mundial do Comércio é 35%. No entanto, a Abimaq ressalta que, em alguns casos, nem o imposto máximo resolveria a elevada importação.


“Nós entendemos que essas importações, que são predatórias, que vêm subfaturadas, que vêm com falsidade ideológica na documentação, poderiam ser controladas de uma outra maneira que não necessariamente colocar o imposto de importação nas alturas. Tem certos produtos que elevando o imposto a 35%, a penetração continuaria forte. Alguns produtos chineses custam um terço do nosso preço”, destacou Pastoriza. “O que resolveria seria o Departamento de Defesa Comercial parrudo, profissional, bem equipado, como tem os países que concorrem conosco, inclusive os Estados Unidos”, completou.


A balança comercial do setor fechou os primeiros sete meses com déficit de US$ 10,5 bilhões, 2,5% superior ao observado no mesmo período do ano passado, como resultado do aumento de 12,1% das exportações, que alcançaram US$ 7,02 bilhões, e das importações, que chegaram a US$ 17,5 bilhões, com crescimento de 6,1%.


“Nós estamos vivendo em um momento de emergência, há décadas tem-se postergado reformas importantíssimas que não estão ocorrendo e, neste momento, chegamos a uma confluência de ineficiências brasileiras gigantes, com abertura econômica gigante, com penetração agressiva dos concorrentes estrangeiros”, disse.


Entre os problemas apontados pela Abimaq, que afetam a competitividade do setor, estão a alta carga tributária, juros altos e câmbio desfavorável.

 



Fonte: Agência Brasil
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