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Indústria

A hora e a vez do continente africano

04/04/2013 | 12h47

 

Na última semana de março, o presidente da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), Glauco Arbix, participou da VI Conferência de Ministros de Finanças, Economia e Planejamento da África, realizada em Abidjan, Costa do Marfim. O evento foi organizado pela Comissão Econômica das Nações Unidas para a África (Uneca), e tratou da “Industrialização para uma África Emergente”.
O tema não poderia ser mais apropriado. Hoje, dos 10 países que mais crescem no mundo, sete são da África. O continente que, durante muitos anos, foi sinônimo apenas de atraso e fome, entrou de cabeça na rota da inovação e da industrialização.
Ao todo, participaram da conferência 44 países africanos, cujos representantes, em sua ampla maioria, eram ministros da Economia ou do Planejamento. Estiveram presentes ainda 22 presidentes de Bancos Centrais da África. A Finep foi a única instituição externa convidada para falar do seu modelo de atuação.
“Podemos dizer que foi uma participação histórica da instituição em um momento de virada da economia africana. Além do petróleo, a descoberta de outros recursos, como o gás natural, bem como novas jazidas de minério, mostram um grande potencial de crescimento”, afirma Glauco Arbix, cuja palestra teve por tema "Brasil: Construção Institucional para o Desenvolvimento Baseado em Inovação”.
De acordo com Arbix, Angola cresce hoje 20% ao ano. Já a anfitriã do evento, a Costa do Marfim, cresce 10% ano. Glauco explica que este crescimento está intimamente ligado  ao amadurecimento institucional dos países. “Eles buscam trabalhar um modelo de industrialização baseada em commodities, que, certamente, vai fazer decolar a economia do continente”.
O encontro serviu de preparação para a V Cúpula dos BRICS (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul), ocorrida logo em seguida em Durban, na África do Sul. “O governo e o povo brasileiro têm noção da importância do continente africano na formação do povo brasileiro”, afirmou Dilma, na ocasião. A presidenta lembrou ainda que a África vem “desafiando os céticos”, pois tem construído condições para a estabilidade.
A Uneca
Criada em 1958, a Uneca é uma das cinco comissões regionais sob a direção da ONU. Como braço regional da organização na África, apoia o desenvolvimento econômico e social dos seus 53 países membros, fomenta a integração regional e promove a cooperação internacional para o desenvolvimento africano.

Na última semana de março, o presidente da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), Glauco Arbix, participou da VI Conferência de Ministros de Finanças, Economia e Planejamento da África, realizada em Abidjan, Costa do Marfim. O evento foi organizado pela Comissão Econômica das Nações Unidas para a África (Uneca), e tratou da “Industrialização para uma África Emergente”.


O tema não poderia ser mais apropriado. Hoje, dos 10 países que mais crescem no mundo, sete são da África. O continente que, durante muitos anos, foi sinônimo apenas de atraso e fome, entrou de cabeça na rota da inovação e da industrialização.


Ao todo, participaram da conferência 44 países africanos, cujos representantes, em sua ampla maioria, eram ministros da Economia ou do Planejamento. Estiveram presentes ainda 22 presidentes de Bancos Centrais da África. A Finep foi a única instituição externa convidada para falar do seu modelo de atuação.


“Podemos dizer que foi uma participação histórica da instituição em um momento de virada da economia africana. Além do petróleo, a descoberta de outros recursos, como o gás natural, bem como novas jazidas de minério, mostram um grande potencial de crescimento”, afirma Glauco Arbix, cuja palestra teve por tema "Brasil: Construção Institucional para o Desenvolvimento Baseado em Inovação”.


De acordo com Arbix, Angola cresce hoje 20% ao ano. Já a anfitriã do evento, a Costa do Marfim, cresce 10% ano. Glauco explica que este crescimento está intimamente ligado  ao amadurecimento institucional dos países. “Eles buscam trabalhar um modelo de industrialização baseada em commodities, que, certamente, vai fazer decolar a economia do continente”.


O encontro serviu de preparação para a V Cúpula dos BRICS (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul), ocorrida logo em seguida em Durban, na África do Sul. “O governo e o povo brasileiro têm noção da importância do continente africano na formação do povo brasileiro”, afirmou Dilma, na ocasião. A presidenta lembrou ainda que a África vem “desafiando os céticos”, pois tem construído condições para a estabilidade.



A Uneca


Criada em 1958, a Uneca é uma das cinco comissões regionais sob a direção da ONU. Como braço regional da organização na África, apoia o desenvolvimento econômico e social dos seus 53 países membros, fomenta a integração regional e promove a cooperação internacional para o desenvolvimento africano.

 



Fonte: Finep
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