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Combustíveis

À espera do biodiesel

06/03/2006 | 00h00

O conceito brasileiro de produção integrada de álcool - que na mesma usina fabrica álcool e açúcar - tem evoluído e atraído a atenção do mercado internacional. Além dos dois produtos, o Brasil já possui tecnologia para integrar numa mesma usina a produção de biodiesel e energia elétrica.
De acordo com o vice-presidente da Dedini, José Luiz Olivério, países como Guatemala, Costa Rica, El Salvador e Panamá já têm comprado destilarias anexas - utilizadas quando já existe uma usina de açúcar e se instala apenas uma parte da usina de álcool. Segundo Olivério, a maioria desses países recebe álcool hidratado de outro país e o transforma em anidro nestas destilarias.

Já na América do Sul, a Dedini vende destilarias anexas e usinas completas de álcool - Colômbia, Paraguai, Peru e Venezuela são os principais compradores. O Paraguai é o único país do continente que utiliza, além do anidro, o álcool hidratado, da mesma forma como é comercializado no Brasil.

- Com o crescimento da produção dos flex no Brasil, está se cogitando a possibilidade de utilizar o álcool hidratado na Colômbia. Mas por enquanto é só intenção.

Em novembro, a Dedini vendeu a primeira usina integrada de álcool, açúcar e biodiesel. A Barrálcool, em Barra do Bugres (MT), começa a funcionar em agosto e será a única usina do mundo a produzir os três bios: o bioetanol, a bioeletricidade e o biodiesel, este a partir da soja. O processo é todo realizado com o mesmo equipamento do álcool e açúcar.

- É a solução para se produzir o biodiesel com menor custo - diz Olivério.



Fonte: Jornal do Brasil
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