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TN Petróleo - 103ª Edição

A 103ª publicação da revista TN Petróleo já está disponível em nosso site

16/09/2015 | 18h02

 

O leitor já pode conferir a matéria “Quem decide o que é prioritário em PD&I”, que trata da proposta de mudança nas ‘regras do jogo’ dos investimentos obrigatórios em pesquisa, desenvolvimento e inovação (PDI) em exploração, desenvolvimento e produção de petróleo e/ou gás natural no país coloca em cheque a autonomia das petroleiras na gestão desses recursos, que somaram cerca de 10 bilhões na última década. No ano de 2014, a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) realizou duas audiências públicas para debater as minutas das propostas de revisão da Resolução ANP n. 33/2005 e do Regulamento Técnico ANP n. 5/2005, que tratam das regras de aplicação dos recursos de PD&I, da cláusula presente nos contratos de concessão para exploração, desenvolvimento e produção de petróleo e gás natural. O maior questionamento é que a proposta continua tratando como públicos os investimentos privados, ao estabelecer regras sobre o direcionamento destes recursos.
A revista também traz uma prévia da 13ª Rodada de Licitações de Blocos Exploratórios, que será realizada no dia 7 de outubro, quando serão ofertados 266 blocos em 22 setores, de dez bacias sedimentares. A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) aprovou o pedido de inscrição de 37 empresas (22 estrangeiras e 15 brasileiras) que demonstraram interesse em participar ddo leilão. As estreantes são as brasileiras Parnaíba Participações S/A, Geopar/Geosol Participações S/A e TSL Engenharia, Manutenção e Preservação Ambiental S/A, e a chinesa Tek Óleo e Gás Ltda.
O entrevistado do mês é o economista e professor Alexandre Póvoa, com mais de 20 anos de experiência em gestão de recursos. Fundador da Canepa Asset Brasil, que tem como sócia a Canepa Management, empresa global de investimentos (cerca de US$ 6 bilhões sob gestão) constituída a partir de um grupo de investidores de várias partes do mundo, ele fala das dificuldades que a Petrobras e o Brasil têm de enfrentar para voltar a crescer.

O leitor já pode conferir a matéria “Quem decide o que é prioritário em PD&I”, que trata da proposta de mudança nas ‘regras do jogo’ dos investimentos obrigatórios em pesquisa, desenvolvimento e inovação (PDI) em exploração, desenvolvimento e produção de petróleo e/ou gás natural no país coloca em cheque a autonomia das petroleiras na gestão desses recursos, que somaram cerca de 10 bilhões na última década. No ano de 2014, a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) realizou duas audiências públicas para debater as minutas das propostas de revisão da Resolução ANP n. 33/2005 e do Regulamento Técnico ANP n. 5/2005, que tratam das regras de aplicação dos recursos de PD&I, da cláusula presente nos contratos de concessão para exploração, desenvolvimento e produção de petróleo e gás natural. O maior questionamento é que a proposta continua tratando como públicos os investimentos privados, ao estabelecer regras sobre o direcionamento destes recursos.

A revista também traz uma prévia da 13ª Rodada de Licitações de Blocos Exploratórios, que será realizada no dia 7 de outubro, quando serão ofertados 266 blocos em 22 setores, de dez bacias sedimentares. A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) aprovou o pedido de inscrição de 37 empresas (22 estrangeiras e 15 brasileiras) que demonstraram interesse em participar ddo leilão. As estreantes são as brasileiras Parnaíba Participações S/A, Geopar/Geosol Participações S/A e TSL Engenharia, Manutenção e Preservação Ambiental S/A, e a chinesa Tek Óleo e Gás Ltda.

O entrevistado do mês é o economista e professor Alexandre Póvoa, com mais de 20 anos de experiência em gestão de recursos. Fundador da Canepa Asset Brasil, que tem como sócia a Canepa Management, empresa global de investimentos (cerca de US$ 6 bilhões sob gestão) constituída a partir de um grupo de investidores de várias partes do mundo, ele fala das dificuldades que a Petrobras e o Brasil têm de enfrentar para voltar a crescer.

 



Fonte: Redação TN Petróleo
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