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Revista TN Petróleo

A 102ª publicação da revista TN Petróleo está disponível em nosso site

20/07/2015 | 18h42

O leitor já pode conferir a matéria “A indústria naval não quer ficar à deriva”, que trata do cenário de crise do setor offshore, que alavancou sua retomada e se posicionou entre as maiores no ranking mundial até ficar sem perspectiva de novas demandas para assegurar uma escala de produção sustentável.

A revista também traz a cobertura completa do Plano de Negócios e Gestão 2015-2019 da Petrobras. Diante da manutenção do preço baixo do petróleo, crise econômica nos principais países do Ocidente, desvalorização cambial, percalços políticos internos, denúncias de corrupção e alto nível de endividamento, a petroleira anunciou o seu PNG 2015-2019 de US$ 130,3 bilhões. Um volume de investimentos 37% (US$ 90,3 bilhões) inferior ao do plano anterior, de US$ 220,6 bilhões.
O entrevistado do mês é ninguém menos do que Edmar Almeida, diretor do Instituto de Economia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), que defende a necessidade imediata de o governo federal e a Petrobras aproveitarem o momento para fazer ajustes importantes no setor de óleo e gás brasileiro, pois este vive os efeitos das crises externa e interna.

A revista também traz a cobertura completa do Plano de Negócios e Gestão 2015-2019 da Petrobras. Diante da manutenção do preço baixo do petróleo, crise econômica nos principais países do Ocidente, desvalorização cambial, percalços políticos internos, denúncias de corrupção e alto nível de endividamento, a petroleira anunciou o seu PNG 2015-2019 de US$ 130,3 bilhões. Um volume de investimentos 37% (US$ 90,3 bilhões) inferior ao do plano anterior, de US$ 220,6 bilhões.

O entrevistado do mês é ninguém menos do que Edmar Almeida, diretor do Instituto de Economia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), que defende a necessidade imediata de o governo federal e a Petrobras aproveitarem o momento para fazer ajustes importantes no setor de óleo e gás brasileiro, pois este vive os efeitos das crises externa e interna.



Fonte: Redação TN Petróleo
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