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Prominp

84 mil vagas para profissionais

30/05/2006 | 00h00

Programa de qualificação divulga esta semana primeiro edital para seleção de técnicos, que já terão garantia de colocação

Sai esta semana o primeiro edital do Prominp (Programa de Mobilização da Indústria Nacional do Petróleo e Gás), que visa especializar mão-de-obra nesses segmentos. Inicialmente, serão 10 mil vagas para profissionais dos níveis Básico e Médio. O número total de participantes, antes estimado em 70 mil, foi revisado para 84 mil alunos até o fim de 2007, sempre indicados pelas empresas ou selecionados por concurso. No fim de junho, deverá ser divulgado novo edital, com cerca de mil vagas, para quem tem Nível Superior. É emprego garantido, dentro das projeções de negócios. O concurso é organizado pela Fundação Cesgranrio.

A solenidade de lançamento terá representantes do governo federal e das organizações envolvidas, como a Petrobras — que investirá total de R$ 228 milhões, R$ 157 milhões nessa fase — e ANP (Agência Nacional do Petróleo). “São cursos de especialização para pessoas já formadas, necessárias nas instalações, como plataformas, refinarias, gasodutos, e empresas. O plano exclui técnicos que já atuam no mercado, que são poucos”, explica Luiz Oswaldo Aranha, chefe da Coordenação de Tecnologia e Preparação de Recursos Humanos na ANP.

Das cerca de 11 mil vagas iniciais, 4.120 são direcionadas a projetos no Rio de Janeiro, estado mais importante nesses segmentos. Mas haverá oportunidades também em outros pontos do País, como Amazonas, Rio Grande do Norte, Pernambuco, São Paulo e outras unidades da federação. “É um plano de grande abrangência”, reforça Luiz Oswaldo Aranha.



Criado pelo Decreto 4.925, em dezembro de 2003, o Prominp visa estimular projetos de pesquisa e desenvolvimento. A iniciativa ganhou mais corpo com o plano de qualificação, que também envolve IBP (Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás); Onip (Organização Nacional da Indústria do Petróleo); associações; Sebrae; e BNDES. Os recursos são parte de receita obtida em áreas de grande produção ou alta rentabilidade, e as regras para aplicação dessas verbas são definidas pela ANP.



Também entram nas negociações parcerias com o Ministério do Trabalho — o que significa aporte de mais recursos, possivelmente originários do FAT (Fundo de Amparo ao Trabalhador) — e com o CT-Petro (Fundo Setorial do Petróleo e Gás Natural). Outras empresas também vão participar do programa, como a Shell, que vai se reunir com a agência em breve. As companhias entram com 50% do custo com os cursos oferecidos a seus funcionários e o Prominp banca o restante.

Plano inclui distribuição de bolsas-auxílio

O Prominp prevê ainda a distribuição de bolsas aos alunos, que, inicialmente, foram estimadas entre R$ 300 e R$ 900, de acordo com nível de escolaridade do profissional. O programa tem como objetivo treinar mão-de-obra nas mais recentes tecnologias, e deverá ser concluído até o fim de 2007. Isso significa que haverá vagas em toda a cadeia produtiva de gás e petróleo — do técnico de solda, passando por engenheiro, geólogo e outros, até o especialista em equipamentos de sondagem nos campos em águas profundas (offshore).

Os profissionais que detêm conhecimento nessa área já atuam em projetos, a maioria da Petrobras. A estatal tem grande necessidade de repor mão-de-obra, uma vez que muitos profissionais recebem convites de multinacionais ou estão em idade de se aposentar. A Petrobras foi posicionada como a 14ª empresa de petróleo do mundo na relação das 50 maiores e mais importantes companhias do setor, segundo publicação especializada Petroleum Intelligence Weekly — PIW, com bases em informações de 2004. 
 



Fonte: O Dia
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