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Combustíveis

500 postos com gasolina adulterada

09/07/2004 | 00h00

A Polícia Federal identificou os 500 postos que compravam combustível adulterado de um depósito em Barra Mansa, no Sul do Estado, que movimentava R$ 5 milhões por mês sem pagar qualquer imposto. Está sendo investigada também a participação de policiais e fiscais estaduais e federais no esquema. A Polícia Civil também abriu inquérito e investiga 30 distribuidoras de combustíveis no Estado suspeitas de irregularidades.
A polícia apreendeu em um depósito de combustíveis em Duque de Caxias livros de contabilidade, lacres para caminhão tanque e 5 mil notas fiscais em branco. A empresa foi interditada em maio, mas continuou funcionando ilegalmente.
A Polícia calcula que a distribuidora tenha sonegado quase R$ 1,5 milhão em ICMS. O delegado Milton Olivier, que investiga o caso, disse ontem que os postos que compravam combustível da empresa também serão investigados. Segundo afirmou, são pelo menos 50 estabelecimentos.
A Polícia Federal, em outra investigação, acredita ter chegado ao maior esquema de sonegação fiscal e adulteração de combustíveis encontrados até hoje no Rio. Os policiais acreditam que o depósito em Barra Mansa vendia 500 mil litros de álcool e gasolina adulterados por dia. Cinco funcionários do depósito foram presos.
A Polícia vai pedir à Justiça a prisão temporária do dono da empresa, José Maria da Cruz. Segundo a Polícia Civil, ele havia sido indiciado em outro inquérito por sonegação de impostos e crime contra o consumidor. A lista com 500 postos do Rio, da Baixada Fluminense e da Região dos Lagos, que compravam da distribuidora e vendiam combustível adulterado, já foi feita pelos investigadores. A polícia quer saber ainda se havia participação dos fiscais estaduais e federais e policiais no esquema.
A Polícia Federal vai pedir, ainda, a quebra do sigilo bancário de empresas que negociaram com o depósito clandestino de Barra Mansa nos últimos meses.



Fonte: Jornal do Commercio
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