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Renováveis

2º leilão de energia de reserva de 2015 negocia 548,2 MW eólicos

16/11/2015 | 10h06
2º leilão de energia de reserva de 2015 negocia 548,2 MW eólicos
Divulgação Divulgação

 

Segundo a Associação Brasileira de Energia Eólica – ABEEólica, a despeito do grande desafio da disponibilidade de transmissão, a fonte eólica manteve a média de contratação anual para os leilões com características de A-3 (3 anos antes) no último leilão (2º LER 2015), no qual foram contratados 548,2 MW de energia eólica, ao preço médio de R$ 203,46 / MWh, representando um deságio ainda baixo, apenas 4,5% frente à um deságio de 22% da fonte solar.
O deságio baixo confirma a trajetória crescente de custos da indústria, associada aos custos de equipamentos, custos de financiamento e aumento da percepção de risco da economia.
O principal fator que explica o desempenho abaixo do esperado das eólicas neste leilão é a conexão com o sistema de transmissão, permanecendo claro o desafio que está sendo enfrentado por esta indústria. Com 90% dos projetos vencedores localizados na Bahia, observa-se, sem nenhuma dificuldade, o gargalo das linhas de transmissão e, portanto a escassez de margens de escoamento. O Rio Grande Norte, por exemplo, com apenas 1 parque comercializado, haviam mais de 4 GW de projetos cadastrados, contra uma reserva de escoamento de 590 MW. Assim como nos outros leilões com participação eólica em 2015 (LFA e A-3), este leilão foi disputado considerando conexão garantida.
A despeito desses fatores, com esse número, a fonte contabiliza 1,2 GW contratados nos três leilões (LFA, A-3 e LER) com participação da fonte eólica, realizados ao longo do ano. A média anual de contratação da fonte tem sido de 2,3 GW, sendo que deste montante 1,2 GW em leilões com características A-3 e 1,1 GW com características A-5. “Em termos absolutos, a média de contratação de 2015 está inferior à média da indústria, entretanto, em termos relativos, a média anual se manteve, o leilão A-5 é uma importante variável de ajuste.” comenta Elbia Gannoum, Presidente Executiva da ABEEólica. Cabe destacar ainda que a fonte eólica não foi inserida para participar em nenhum leilão do tipo A-5 em 2015, só um para 2016, a ser realizado em 5 de fevereiro.
Com o volume total de energia eólica contratado em 2015, 1,2 GW, a energia eólica contribuirá para a geração de mais de 17 mil empregos, R$ 7 bilhões em investimentos, 2,5 milhões de casas abastecidas e 2,6 milhões de toneladas de CO2 evitadas. “As estatísticas ora apresentadas demonstram que a fonte eólica prossegue com contribuições socioambientais e econômicas para a indústria Brasileira, com o fornecimento de uma energia limpa renovável e competitiva para a sociedade e parque industrial”, avalia Elbia.
Neste LER a energia eólica apresentou 20 projetos localizados na região Nordeste, representando o volume total de contratação do certame. Destaque para o estado da Bahia, com 493,0 MW representando 90% do total.
“Apesar da expectativa desfavorável do ponto de vista da economia junto à escassez da conexão, a indústria eólica manteve as contratações nos leilões, ainda que de maneira moderada, mas exprimindo o reconhecimento do bom desempenho dos empreendimentos eólicos e o alcance da maturidade de toda a indústria eólica brasileira, que vem sendo vitorioso na superação dos desafios apresentados ao comercializar apenas as capacidades viáveis.”, destaca Elbia Gannoum.
O Leilão de Reserva objetivou a contratação de energia proveniente de empreendimentos de geração a partir das fontes eólica e solar e a contratação de 548,2 MW eólicos representa a fabricação de 274 aerogeradores, sendo 822 pás e 274 torres, que irão produzir uma energia limpa a partir de 1º de novembro de 2018.

Segundo a Associação Brasileira de Energia Eólica – ABEEólica, a despeito do grande desafio da disponibilidade de transmissão, a fonte eólica manteve a média de contratação anual para os leilões com características de A-3 (3 anos antes) no último leilão (2º LER 2015), no qual foram contratados 548,2 MW de energia eólica, ao preço médio de R$ 203,46 / MWh, representando um deságio ainda baixo, apenas 4,5% frente à um deságio de 22% da fonte solar.
O deságio baixo confirma a trajetória crescente de custos da indústria, associada aos custos de equipamentos, custos de financiamento e aumento da percepção de risco da economia.

O principal fator que explica o desempenho abaixo do esperado das eólicas neste leilão é a conexão com o sistema de transmissão, permanecendo claro o desafio que está sendo enfrentado por esta indústria. Com 90% dos projetos vencedores localizados na Bahia, observa-se, sem nenhuma dificuldade, o gargalo das linhas de transmissão e, portanto a escassez de margens de escoamento. O Rio Grande Norte, por exemplo, com apenas 1 parque comercializado, haviam mais de 4 GW de projetos cadastrados, contra uma reserva de escoamento de 590 MW. Assim como nos outros leilões com participação eólica em 2015 (LFA e A-3), este leilão foi disputado considerando conexão garantida.

A despeito desses fatores, com esse número, a fonte contabiliza 1,2 GW contratados nos três leilões (LFA, A-3 e LER) com participação da fonte eólica, realizados ao longo do ano. A média anual de contratação da fonte tem sido de 2,3 GW, sendo que deste montante 1,2 GW em leilões com características A-3 e 1,1 GW com características A-5. “Em termos absolutos, a média de contratação de 2015 está inferior à média da indústria, entretanto, em termos relativos, a média anual se manteve, o leilão A-5 é uma importante variável de ajuste.” comenta Elbia Gannoum, presidente Executiva da ABEEólica. Cabe destacar ainda que a fonte eólica não foi inserida para participar em nenhum leilão do tipo A-5 em 2015, só um para 2016, a ser realizado em 5 de fevereiro.

Com o volume total de energia eólica contratado em 2015, 1,2 GW, a energia eólica contribuirá para a geração de mais de 17 mil empregos, R$ 7 bilhões em investimentos, 2,5 milhões de casas abastecidas e 2,6 milhões de toneladas de CO2 evitadas. “As estatísticas ora apresentadas demonstram que a fonte eólica prossegue com contribuições socioambientais e econômicas para a indústria Brasileira, com o fornecimento de uma energia limpa renovável e competitiva para a sociedade e parque industrial”, avalia Elbia.

Neste LER a energia eólica apresentou 20 projetos localizados na região Nordeste, representando o volume total de contratação do certame. Destaque para o estado da Bahia, com 493,0 MW representando 90% do total.

“Apesar da expectativa desfavorável do ponto de vista da economia junto à escassez da conexão, a indústria eólica manteve as contratações nos leilões, ainda que de maneira moderada, mas exprimindo o reconhecimento do bom desempenho dos empreendimentos eólicos e o alcance da maturidade de toda a indústria eólica brasileira, que vem sendo vitorioso na superação dos desafios apresentados ao comercializar apenas as capacidades viáveis.”, destaca Elbia Gannoum.

O Leilão de Reserva objetivou a contratação de energia proveniente de empreendimentos de geração a partir das fontes eólica e solar e a contratação de 548,2 MW eólicos representa a fabricação de 274 aerogeradores, sendo 822 pás e 274 torres, que irão produzir uma energia limpa a partir de 1º de novembro de 2018.

 



Fonte: Redação/Assessoria
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