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Petrobras

Graça Foster: 2013 será difícil, mas exequível

05/02/2013 | 16h46
Graça Foster: 2013 será difícil, mas exequível
TN Petróleo TN Petróleo

 

Petrobras
2013 será um ano difícil mas exequível, afirma Foster
Nesta terça-feira (5), após apresentação do resultado do lucro líquido da Petrobras em 2012 - o menor dos últimos oito anos -, a presidente da estatal, Graça Foster, informou que 2013 será mais difícil que 2012.
"2012 foi um ano muito difícil para a Petrobras e 2013 será mais difícil ainda, entretanto, totalmente exequível pois estamos mais bem preparados", indicou Foster. A executiva justificou essa dificuldade devido 
a necessidade de paradas programadas de algumas plataformas para manutenção no primeiro semestre, ao câmbio praticamente anulando o efeito dos reajustes de combustíveis de 2012, de previsões de mais baixas de poços secos em 2013 e a perspectiva de uma produção estagnada no ano, inclusive com a possibilidade de uma nova queda em 2013, após ter fechado 2012 com a primeira baixa na extração anual desde 2004.
Foster ressaltou que os reajustes acumulados nos preços do diesel, de 16,1%, e da gasolina, de 14,9%, nos últimos oito meses, não foram suficientes para eliminar a defasagem entre o preço no mercado internacional e o cobrado pela Petrobras em suas refinarias. "O crescimento da demanda por combustíveis superou o aumento da produção da Petrobras e isso acarretou maior importação de gasolina e diesel. A manutenção da defasagem é resultado principalmente da desvalorização do real ante o dólar e um dos motivos para a redução do nosso lucro líquido em 2012. ", destacou.
A presidente confirmou que neste ano a empresa manterá a meta do ano passado de 2,022 milhões barris/dia, com uma margem de erro de 2% para cima ou para baixo. Segundo ela, o cenário é de convergência dos preços internacionais, e a Petrobras não tem como aumentar a produção de petróleo nesse momento, apenas no segundo semestre. "Se eu tivesse que dizer para os senhores, diria que vamos ficar com dois pontos negativos esse ano nesse ponto", explicou.
De acordo com Foster, a convergência é fundamental para a previsibilidade do caixa da empresa, para que a partir de 2014 a Petrobras possa avaliar a possibilidade de entrada de novos projetos na carteira. Para este ano, ela enfatizou que a companhia não terá novos projetos e que os atuais enquadrados como "em avaliação" ainda estão com sua "economicidade" em análise.

Nesta terça-feira (5), após apresentação do resultado do lucro líquido da Petrobras em 2012 - o menor dos últimos oito anos -, a presidente da estatal, Graça Foster, informou que 2013 será mais difícil que 2012.

 

"2012 foi um ano muito difícil para a Petrobras e 2013 será mais difícil ainda, entretanto, totalmente exequível pois estamos mais bem preparados", indicou Foster. A executiva justificou essa dificuldade devido a necessidade de paradas programadas de algumas plataformas para manutenção no primeiro semestre, ao câmbio praticamente anulando o efeito dos reajustes de combustíveis de 2012, de previsões de mais baixas de poços secos em 2013 e a perspectiva de uma produção estagnada no ano, inclusive com a possibilidade de uma nova queda em 2013, após ter fechado 2012 com a primeira baixa na extração anual desde 2004.


Foster ressaltou que os reajustes acumulados nos preços do diesel, de 16,1%, e da gasolina, de 14,9%, nos últimos oito meses, não foram suficientes para eliminar a defasagem entre o preço no mercado internacional e o cobrado pela Petrobras em suas refinarias. "O crescimento da demanda por combustíveis superou o aumento da produção da Petrobras e isso acarretou maior importação de gasolina e diesel. A manutenção da defasagem é resultado principalmente da desvalorização do real ante o dólar e um dos motivos para a redução do nosso lucro líquido em 2012. ", destacou.


A presidente confirmou que neste ano a empresa manterá a meta do ano passado de 2,022 milhões barris/dia, com uma margem de erro de 2% para cima ou para baixo. Segundo ela, o cenário é de convergência dos preços internacionais, e a Petrobras não tem como aumentar a produção de petróleo nesse momento, apenas no segundo semestre. "Se eu tivesse que dizer para os senhores, diria que vamos ficar com dois pontos negativos esse ano nesse ponto", explicou.


De acordo com Foster, a convergência é fundamental para a previsibilidade do caixa da empresa, para que a partir de 2014 a Petrobras possa avaliar a possibilidade de entrada de novos projetos na carteira. Para este ano, ela enfatizou que a companhia não terá novos projetos e que os atuais enquadrados como "em avaliação" ainda estão com sua "economicidade" em análise.

 

Graça Foster destacou que o esforço em 2013 será para cortar gastos, buscar a convergência dos preços do mercado nacional com o internacional e garantir a conclusão dos projetos em andamento.



Fonte: Redação TN/ Maria Fernanda Romero
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